The role of phonological short-term memory and perceptual training in the perception of the english high front vowels by brazilian learners of english

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The role of phonological short-term memory and perceptual training in the perception of the english high front vowels by brazilian learners of english

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.advisor Silveira, Rosane
dc.contributor.author Morbach, Aline Almira
dc.date.accessioned 2026-08-27T23:31:00Z
dc.date.available 2026-08-27T23:31:00Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.other 398179
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275217
dc.description Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, Florianópolis, 2026.
dc.description.abstract Nas últimas décadas, pesquisadores têm explorado o impacto do treinamento perceptual no aprimoramento da capacidade dos aprendizes de perceber sons em uma segunda língua. Além disso, estudos recentes vêm investigando o papel das diferenças individuais e das habilidades cognitivas na aquisição de uma segunda língua e no desenvolvimento de habilidades linguísticas. No entanto, ainda há uma notável escassez de pesquisas sobre os efeitos combinados do treinamento perceptual e da memória fonológica de curto prazo, particularmente no contexto nacional. Dessa forma, este estudo investiga o papel da memória fonológica de curto prazo e do treinamento perceptual na percepção das vogais anteriores altas do inglês por aprendizes brasileiros adultos de inglês. Para tanto, os seguintes objetivos foram estabelecidos: i) analisar os efeitos do treinamento perceptual em diferentes níveis de capacidade de memória fonológica de curto prazo; ii) verificar a eficácia do treinamento perceptual após três meses, considerando o nível de capacidade de memória fonológica de curto prazo dos participantes; e iii) investigar se a memória fonológica de curto prazo desempenha ou não um papel na capacidade de generalizar a aprendizagem para itens não familiares após o treinamento perceptual. Para conduzir esta investigação, 28 aprendizes brasileiros adultos de inglês responderam a um questionário de histórico linguístico; realizaram o Duolingo Proficiency Test; tiveram sua capacidade de memória fonológica de curto prazo avaliada, e realizaram testes de percepção de vogais. Com base nos scores obtidos no teste de memória fonológica de curto prazo e no pré-teste de percepção, os participantes foram divididos em quatro grupos: i) alta capacidade de memória (treinado); ii) baixa capacidade de memória (treinado); iii) alta capacidade de memória (não-treinado); e iv) baixa capacidade de memória (não-treinado). Os grupos experimentais participaram de sessões de treinamento com as vogais-alvo ao longo de um período de quatro semanas, por meio de encontros síncronos on-line com a pesquisadora, enquanto os grupos-controle não receberam nenhum tipo de treinamento. Os estímulos utilizados nos testes e no treinamento perceptual consistiram em 12 palavras monossilábicas contendo as vogais altas anteriores (/i ? ?/), produzidas naturalmente por 10 falantes nativos do inglês americano. O treinamento perceptual foi composto por 42 estímulos contendo as vogais-alvo do inglês, produzidos por 7 dos falantes. O pós-teste foi aplicado imediatamente após a última sessão de treinamento e novamente três meses depois. Os testes de generalização foram compostos por 18 estímulos inéditos contendo as vogais-alvo do inglês, produzidos por 3 novos falantes que não haviam sido apresentados nem nos testes de percepção nem no treinamento perceptual. Os testes de generalização foram aplicados imediatamente após o primeiro e o segundo pós-testes, com o objetivo de avaliar a capacidade dos participantes de generalizar a aprendizagem para novos itens. Os principais resultados descritivos confirmaram a eficácia do treinamento, uma vez que ambos os grupos experimentais demonstraram os maiores ganhos do pré-teste para o pós-teste. No entanto, nem a condição de treinamento nem a memória fonológica de curto prazo foram estatisticamente significativas na predição de quaisquer ganhos, contrariando as três hipóteses do nosso estudo. O grupo treinado, com baixa capacidade de memória, apresentou os maiores ganhos do pré-teste para o pós-teste nas análises descritivas, o que pode estar possivelmente relacionado a uma maior margem para melhoria, uma vez que os participantes apresentavam, em sua maioria, baixos níveis de proficiência em segunda língua. Por outro lado, os grupos não-treinados, que não receberam treinamento perceptual, também apresentaram alguma melhora, sugerindo que até mesmo a mera exposição aos estímulos utilizados nos testes pode ter gerado certo nível de aprendizagem, além das habilidades individuais e estratégias de aprendizagem dos participantes. Embora o grupo treinado, com alta capacidade de memória, tenha apresentado maiores ganhos nos dados descritivos em ambos os testes de generalização ? o que poderia indicar um papel influente da capacidade de memória na generalização da aprendizagem para itens novos ? não foi encontrada significância estatística entre as condições dos grupos. Isso pode sugerir que nem a capacidade de memória nem o treinamento foram relevantes para o desempenho dos participantes. No que diz respeito aos efeitos de retenção da aprendizagem, entre os grupos experimentais, o grupo com alta capacidade de memória reteve mais aprendizagem do treinamento do que o grupo com baixa capacidade de memória, o que pode indicar que a capacidade de memória desempenha um papel na forma como a aprendizagem é processada e armazenada em longo prazo. Contudo, novamente, o papel da capacidade de memória carece de significância estatística neste estudo. Considerando esses resultados e com base nos relatos obtidos por meio dos questionários de histórico linguístico preenchidos pelos participantes, argumenta-se que as diferenças individuais (por exemplo, habilidades cognitivas, experiência em segunda língua, exposição à segunda língua, entre outras) podem ter um impacto relevante no desempenho individual e nos ganhos em percepção em segunda língua. Assim, nossos achados estão alinhados a alguns resultados empíricos prévios da literatura recente, que sugerem que a aprendizagem de uma segunda língua não é determinada por um único fator, mas sim pela complexa interação de múltiplos elementos.
dc.description.abstract Abstract: In recent decades, researchers have explored the impact of perceptual training on enhancing learners' ability to perceive sounds in a second language (L2). Additionally, recent studies have been investigating the role of individual differences and cognitive abilities in second language acquisition and in the development of linguistic skills. However, there remains a notable scarcity of research on the combined effects of perceptual training and phonological short-term memory (PSTM), particularly within the national context. Therefore, this study investigates the role of phonological short-term memory and perceptual training in the perception of the English high front vowels by adult Brazilian learners of English. The following objectives were established: i) to analyze the effects of perceptual training across phonological short-term memory capacity levels; ii) to verify the effectiveness of perceptual training retention after 3 months considering participants? phonological short-term memory capacity level; and iii) to investigate whether or not phonological short-term memory plays a role in one?s ability of generalizing learning to unfamiliar items after perceptual training. In order to conduct this investigation, 28 adult Brazilian learners of English filled out a linguistic background questionnaire; completed the Duolingo Proficiency Test; had their phonological short-term memory capacity assessed, and completed vowel perception tests. Based on their scores in the phonological short-term memory test and in the perception pre-test, participants were divided into four groups: i) high PSTM (trained); ii) low PSTM (trained); iii) high PSTM (untrained); and iv) low PSTM (untrained). Trained groups underwent sessions of training on the target-vowels over a four-week period, through synchronous online meetings with the researcher, whereas untrained groups did not receive any training. The stimuli used in the tests and in the perceptual training consisted of 12 monosyllabic words containing the high front vowels (/i - ?/), and were naturally produced by 10 native speakers of American English. The perceptual training was composed of 42 stimuli containing the target English vowels, produced by 7 of the talkers. The post-test was administered immediately after the last session of the training and again 3 months later. Generalization tests were composed of novel 18 stimuli containing the target English vowels produced by 3 novel talkers, which were not presented in the perception test nor in the perceptual training. The generalization tests were administered immediately after the first and the second post-tests, aiming to assess participant?s ability to generalize the learning to novel items. Main descriptive results confirmed the effectiveness of the training, since both trained groups demonstrated the highest gains from pre-test to post-test. However, neither training-condition nor phonological short-term memory were statistically significant in predicting any of the gains, contradicting all of our three hypotheses. The low PSTM trained group showed the highest gains from pre-test to post-test in descriptive analyses, which can be possibly linked to a greater room for improvement they previously had, since participants were mostly at low L2 proficiency levels. On the other hand, untrained groups, which did not receive perceptual training, also showed some improvement, suggesting that even the exposure to the stimuli used in the tests may have generated some amount of learning, in addition to participants? individual abilities and learning strategies. Even though the high PSTM trained group showed higher gains in descriptive data for both of the Generalization tests, which might indicate an influential role of PSTM capacity in predicting generalization of learning to novel items, no statistical significance was found among group conditions. This may suggest that neither PSTM capacity nor training-condition could predict the participants? performance. Regarding learning retention effects, between trained groups, the high PSTM group retained more learning from the training than the low PSTM group, which may imply that PSTM capacity plays a role in how learning is processed and stored long-term. However, again, the role of PSTM lacks statistical significance in this study. Bearing these results in mind, and based on the reports from the linguistic background questionnaires participants completed, we argue that individual differences (e.g., cognitive abilities, L2 experience, L2 exposure, etc.) may have a relevant impact on individual performance and gains in L2 perception. Therefore, our findings are in alignment with some previous empirical findings in the recent literature, which suggests that learning a second language is not determined by one single factor alone; rather, it is determined by the complex interaction of multiple elements. en
dc.format.extent 192 p.| il., gráfs.
dc.language.iso eng
dc.subject.classification Língua inglesa
dc.subject.classification Língua inglesa
dc.subject.classification Percepção da fala
dc.title The role of phonological short-term memory and perceptual training in the perception of the english high front vowels by brazilian learners of english
dc.type Tese (Doutorado)


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