Atividade física e comportamento sedentário associados à polifarmácia em idosos brasileiros

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Atividade física e comportamento sedentário associados à polifarmácia em idosos brasileiros

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Giehl, Maruí Weber Corseuil
dc.contributor.author Nunes, Thainá Goularte
dc.date.accessioned 2026-07-01T18:57:15Z
dc.date.available 2026-07-01T18:57:15Z
dc.date.issued 2026-06-18
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273699
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Medicina. pt_BR
dc.description.abstract O envelhecimento populacional e a elevada carga de doenças crônicas tornam a polifarmácia, definida como o uso simultâneo de cinco ou mais medicamentos, um desafio clínico crescente entre pessoas idosas. Este estudo analisou a associação entre atividade física no lazer, comportamento sedentário e polifarmácia em idosos brasileiros. Trata-se de estudo observacional, transversal, conduzido segundo as diretrizes do protocolo STROBE, com dados da Pesquisa Nacional de Saúde de 2019. A amostra incluiu 22.728 indivíduos com 60 anos ou mais. As exposições principais foram a atividade física no lazer e o comportamento sedentário, mensurado pelo tempo diário de tela. A polifarmácia foi definida como o uso de cinco ou mais medicamentos de uso regular ou contínuo. As associações foram estimadas por regressão de Poisson, com razões de prevalência (RP) brutas e ajustadas e respectivos intervalos de confiança de 95% (IC95%), considerando o delineamento amostral complexo. Os modelos foram ajustados por características sociodemográficas, condições clínicas, multimorbidade e uso de serviços de saúde. A prevalência de polifarmácia foi de 19,1%. Após ajuste, idosos fisicamente ativos no lazer, com prática ≥150 minutos/semana, apresentaram menor prevalência de polifarmácia em comparação aos inativos (RP: 0,81; IC95%: 0,72–0,92). De forma independente, maior tempo de tela associou-se à maior prevalência de polifarmácia, com padrão gradativo: idosos com 3 a 6 horas/dia apresentaram prevalência 22% maior (RP: 1,22; IC95%: 1,10–1,35), enquanto aqueles com mais de 6 horas/dia apresentaram prevalência 43% maior (RP: 1,43; IC95%: 1,30–1,59), em comparação aos idosos com menos de 3 horas/dia. A atividade física no lazer esteve associada a menor prevalência de polifarmácia, enquanto maior tempo em comportamento sedentário esteve associado a maior prevalência desse desfecho. Esses achados indicam que o incentivo a atividade física deve ser considerado nas estratégias de cuidado à pessoa idosa, especialmente na promoção da saúde, preservação funcional e qualificação do uso de medicamentos. pt_BR
dc.format.extent 40 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Araranguá, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Idoso pt_BR
dc.subject Polifarmácia pt_BR
dc.subject Atividade Física pt_BR
dc.subject Comportamento Sedentário pt_BR
dc.subject Inquéritos Epidemiológicos pt_BR
dc.title Atividade física e comportamento sedentário associados à polifarmácia em idosos brasileiros pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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TCC_Thaina_G_Nunes.pdf 1.561Mb PDF View/Open TCC (graduação) – Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências, Tecnologia e Saúde. Medicina.

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