Antiepilépticos Profiláticos em Hemorragia Intracerebral Não Traumática: uma meta-análise em rede

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Antiepilépticos Profiláticos em Hemorragia Intracerebral Não Traumática: uma meta-análise em rede

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Mazon, Josete
dc.contributor.author Lima, Natan Lucca
dc.contributor.author Mezzari, Marcos Henrique da Silva
dc.date.accessioned 2026-07-01T18:25:21Z
dc.date.available 2026-07-01T18:25:21Z
dc.date.issued 2026-06-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273693
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Medicina. pt_BR
dc.description.abstract Introdução: A utilidade de drogas antiepilépticas (DAEs) para profilaxia de crises epilépticas após hemorragia intracerebral (HIC) espontânea permanece incerta, com diretrizes baseadas em evidências de baixa qualidade que frequentemente agrupam medicamentos heterogêneos. Conduzimos uma metanálise em rede (NMA) para comparar a eficácia e a segurança de DAEs específicas nesse contexto. Métodos: Foi realizada uma busca sistemática abrangente nas bases PubMed, Embase, Cochrane Library e Web of Science até 22 de outubro de 2025. Incluímos estudos envolvendo adultos com HIC não traumática que comparavam DAEs profiláticos individuais entre si ou com um grupo controle. Empregamos uma NMA Bayesiana com efeitos aleatórios para sintetizar os dados. Os desfechos primários foram incidência de crises precoces e desfecho funcional desfavorável. Os desfechos secundários incluíram eventos adversos, eventos adversos graves, escore NIHSS no último seguimento e mortalidade. O risco de viés foi avaliado usando as ferramentas RoB 2 e ROBINS-I V2, e a certeza da evidência foi avaliada com a abordagem GRADE. Resultados: Dos 2.142 registros identificados, 17 estudos (4 ECRs, 13 observacionais; N = 6.597 pacientes) preencheram os critérios de inclusão. Nenhuma DAE reduziu significativamente as crises precoces ou melhorou os desfechos funcionais em comparação ao placebo. No entanto, as probabilidades de ranqueamento (SUCRA) sugeriram que o valproato foi o mais provável a prevenir crises precoces (SUCRA = 0,8330) e a melhorar desfechos funcionais (SUCRA = 0,7938). O valproato também apresentou a melhor classificação para segurança geral (SUCRA = 0,8085) e melhora do NIHSS (SUCRA = 0,8187), enquanto o levetiracetam apresentou o melhor desempenho para eventos adversos graves (SUCRA = 0,7935). A eslicarbazepina foi associada ao aumento da mortalidade, enquanto o valproato mostrou o perfil mais favorável para esse desfecho (SUCRA = 0,7705). A certeza da evidência entre as comparações variou de baixa a muito baixa. Conclusões: Esta NMA não encontrou evidências robustas para apoiar o uso profilático rotineiro de DAEs após HIC não traumática. No entanto, o valproato demonstrou consistentemente os melhores perfis de eficácia e segurança relativa. Esse achado merece investigação em futuros ECRs, especialmente em subgrupos de pacientes com alto risco de crises pós-HIC. pt_BR
dc.format.extent 115 f. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Araranguá, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Hemorragia intracerebral pt_BR
dc.subject Crise epiléptica pt_BR
dc.subject Drogas antiepilépticas pt_BR
dc.subject Metanálise em rede pt_BR
dc.title Antiepilépticos Profiláticos em Hemorragia Intracerebral Não Traumática: uma meta-análise em rede pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR
dc.contributor.advisor-co Isolan, Gustavo Rassier


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