Extração assistida por ultrassom de proteína de biomassa micelial fúngica

DSpace Repository

A- A A+

Extração assistida por ultrassom de proteína de biomassa micelial fúngica

Show simple item record

dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Zielinski, Acácio Antonio Ferreira
dc.contributor.author Dorosz, Carolina Ferretti
dc.date.accessioned 2025-09-09T16:56:53Z
dc.date.available 2025-09-09T16:56:53Z
dc.date.issued 2025-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268710
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos. pt_BR
dc.description.abstract Com a projeção de que a população mundial atingirá quase 10 bilhões de pessoas até 2050 e a demanda por proteínas dobrará, a necessidade de encontrar processos e produtos alimentícios economicamente viáveis é evidente. Assim, o desenvolvimento de sistemas alimentares sustentáveis torna-se um desafio tanto acadêmico quanto industrial. Entre as alternativas menos exploradas, destacam-se as proteínas derivadas de micélios de fungos. A obtenção desses micélios é realizada por meio de fermentação, e a biomassa micelial pode ser utilizada como matéria-prima para produtos proteicos alternativos ou submetida a processos de recuperação de proteínas com maior pureza. Como melhoria no processo de extração de proteínas, destaca-se o uso de novas tecnologias, como a extração assistida por ultrassom (UAE), uma técnica inovadora aplicável a diversas matrizes. Neste estudo, comparou-se a UAE com a extração convencional por aquecimento e agitação (EAA) a partir de biomassa fúngica, avaliando parâmetros de rendimento e propriedades funcionais. A UAE, conduzida em menor tempo de extração (5 min) e potência (850 W), resultou em extratos com teor proteico de 48,9% em relação à EAA (44,8%). Nas propriedades funcionais, a UAE promoveu melhor desempenho, destacando-se nos valores de capacidade de absorção de água (CAA: 3,56 g/g) e óleo (CAO: 6,17 g/g). A capacidade emulsificante (EC) também foi favorecida, atingindo 168,9 g óleo/g proteína contra 95,5 g/g na extração convencional. Para propriedades de espuma, a UAE apresentou maior formação de espuma (FC: 60%). Esses resultados evidenciam que a aplicação do ultrassom reduz o tempo de extração, aumenta a recuperação, qualidade proteica e melhora as propriedades tecnofuncionais, tornando-se uma alternativa promissora para o aproveitamento de proteínas de biomassa fúngica em aplicações alimentícias. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Micélios fúngicos pt_BR
dc.subject Extração de proteínas pt_BR
dc.subject Ultrassom pt_BR
dc.subject Protéinas alternativas pt_BR
dc.title Extração assistida por ultrassom de proteína de biomassa micelial fúngica pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co Oliveira, Jaíne


Files in this item

Files Size Format View
Extração Assist ... assa micelial de fungo.mp4 10.58Mb MPEG-4 video View/Open

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Browse

My Account

Statistics

Compartilhar