Estudo da casca de soja sem pré-tratamento para produção de açúcares fermentáveis

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Estudo da casca de soja sem pré-tratamento para produção de açúcares fermentáveis

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Araújo, ‪Pedro Henrique Hermes de
dc.contributor.author Correa, Gabriela Auricchio Teixeira Marques
dc.date.accessioned 2025-09-09T16:19:08Z
dc.date.available 2025-09-09T16:19:08Z
dc.date.issued 2025-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268671
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico Departamento de Engenharia Química e Engenharia de Alimentos pt_BR
dc.description.abstract A busca por fontes de energia renováveis desenvolveu um interesse na pesquisa na área de biocombustíveis, com a biomassa lignocelulósica surgindo como uma matéria-prima promissora e de baixo custo. A casca de soja, um subproduto abundante da indústria alimentícia, é notável por sua rica composição de polissacarídeos. O objetivo deste estudo foi otimizar o processo de sacarificação enzimática da casca de soja crua, para não existir mais a necessidade de pré-tratamento, e isso foi realizado avaliando diferentes variáveis de processo. A investigação se concentrou nos efeitos da autoclavagem, carga de sólidos e formulação de coquetel enzimático. Os resultados demonstraram que a etapa de autoclavagem, usada para esterilização, conferiu um benefício secundário inesperado, agindo como um pré-tratamento hidrotérmico suave, que resultou em um aumento de aproximadamente 21% na concentração final de glicose, atingindo 19,4 g/L, em comparação ao experimento não autoclavado (16,0 g/L), enquanto a produção de xilose permaneceu estável. Além disso, a análise de carga de sólidos revelou um comportamento complexo; embora uma maior concentração de biomassa (LSR 10) tenha levado a uma maior concentração final de glicose (29,99 g/L), a eficiência geral da conversão foi comprometida, com uma redução drástica na produção de xilose (4,0 g/L). Finalmente, a otimização enzimática revelou uma sinergia notável com a adição de Pectinase Ultra Top, aumentando a produção de glicose para 40,53 g/L e a produção de xilose para 18,3 g/L, enquanto a inclusão de proteases e uma oxidorredutase resultou em efeitos neutros ou antissinérgicos. Os resultados provam uma viabilidade técnica da casca de soja como matéria-prima para a produção dos açúcares fermentáveis, dessa forma destacam a importância de uma abordagem multifatorial para, assim, superar os desafios biofísicos e bioquímicos na busca por um processo economicamente favorável. pt_BR
dc.format.extent 32 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Hidrólise enzimática pt_BR
dc.subject Sacarificação pt_BR
dc.subject Biomassa lignocelulósica. pt_BR
dc.subject Casca de soja pt_BR
dc.title Estudo da casca de soja sem pré-tratamento para produção de açúcares fermentáveis pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co Kelbert, Maikon


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