| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Lindner, Marília Miotto |
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| dc.contributor.author |
Amaral, Gabriella Aricó Rossi Garcia do |
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| dc.date.accessioned |
2025-07-08T18:02:39Z |
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| dc.date.available |
2025-07-08T18:02:39Z |
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| dc.date.issued |
2025-06-18 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/266034 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Agrárias, Ciência e Tecnologia de Alimentos. |
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| dc.description.abstract |
Os biofilmes são comunidades bacterianas aderidas a superfícies, envoltas por matriz
extracelular que favorece sua proteção e sobrevivência em condições adversas. Na indústria
de alimentos, a formação de biofilmes ocorre como um mecanismo adaptativo, representando
uma ameaça significativa, já que podem permanecer nas superfícies mesmo após a
higienização, elevando o risco de contaminação cruzada e surtos de doenças transmitidas por
alimentos (DTAs). A resistência antimicrobiana, considerada uma ameaça global por órgãos
como Organização Mundial de Saúde (OMS), Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS)
e Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), quando
associada aos biofilmes, agrava esses problemas, representando um desafio crítico para a
indústria alimentícia e a saúde pública. Essas cepas resistem ao sistema imune e às terapias
antimicrobianas, atuam como reservatórios de genes de resistência e promovem a
disseminação desses genes, o que contribui para o surgimento e propagação de superbactérias,
limitando os tratamentos disponíveis, tornando-os ineficazes e aumentando os custos e riscos
associados a infecções persistentes. Além disso, mesmo cepas não patogênicas podem
representar riscos ao servirem como reservatórios de resistência genética, facilitando a
transferência desses genes para bactérias patogênicas. Nesse contexto, o controle rigoroso dos
biofilmes e a correta aplicação das Boas Práticas de Fabricação (BPF) são essenciais para
conter a disseminação de genes de resistência, garantir a segurança dos alimentos e saúde
pública. O objetivo do estudo foi avaliar a capacidade de formação de biofilmes por cepas
bacterianas isoladas de alimentos de origem animal e da cadeia de produção, com ênfase em
cepas que apresentam resistência a antimicrobianos. Os resultados mostraram que 41,7% das
cepas de Escherichia coli apresentam algum grau de formação de biofilme, Enterobacter
kobei 37,5% formaram biofilme, enquanto em Klebsiella pneumoniae, 60% apresentaram
capacidade de adesão. Niallia circulans, Enterococcus mundtii, Staphylococcus haemolyticus,
Enterococcus faecalis, Cellulosimicrobium cellulans, Proteus mirabilis, Enterobacter
asburiae, Enterobacter hormaechei e Klebsiella oxytoca apresentaram 100% das cepas com
capacidade de formação de biofilme em algum grau. Em Proteus hauseri e Hafnia alvei, 50%
das cepas foram formadoras, enquanto em Proteus rettgeri, Enterobacter bugandensis e
Citrobacter braakii nenhuma cepa apresentou aderência. |
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| dc.description.abstract |
Biofilms are bacterial communities adhered to surfaces, surrounded by an extracellular matrix
that enhances their protection and survival under adverse conditions. Their formation cycle
occurs in five stages: initial adhesion, irreversible attachment, structural formation,
maturation, and cell dispersion, allowing the colonization of new areas. In the food industry,
the presence of biofilms compromises product safety, as pathogenic microorganisms can
remain on surfaces even after cleaning, increasing the risk of cross-contamination and
outbreaks of foodborne diseases. It is estimated that microbial biofilms are associated with
approximately 60% of foodborne disease outbreaks worldwide, constituting an important
public health risk factor. Antimicrobial resistance, considered a global threat by organizations
such as WHO, PAHO, and FAO, exacerbates this issue, as the effectiveness of antibiotics is
reduced in biofilms, enabling persistence and recurrence of infections caused by clinically
significant pathogens. The formation of biofilms by antibiotic-resistant strains represents a
critical challenge for the food industry and public health, as their persistence favors
cross-contamination. These strains resist the immune system, transfer resistance genes, and
turn contaminated environments into genetic reservoirs, promoting the emergence of
superbugs. In this context, the aim of the study was to evaluate the biofilm-forming capacity
of bacterial strains isolated from animal-derived foods, with an emphasis on strains that
exhibit antimicrobial resistance, through in vitro biofilm formation on inert surfaces using a
microtiter plate-based model. The analysis showed that 41.7% of Escherichia coli strains
demonstrated some degree of biofilm formation, Enterobacter kobei formed biofilms in
37.5% of cases, while in Klebsiella pneumoniae, 60% showed adhesion capacity. Niallia
circulans, Enterococcus mundtii, Staphylococcus haemolyticus, Enterococcus faecalis,
Cellulosimicrobium cellulans, Proteus mirabilis, Enterobacter asburiae, Enterobacter
hormaechei, and Klebsiella oxytoca showed 100% of the strains with some degree of
biofilm-forming ability. In Proteus hauseri and Hafnia alvei, 50% of the strains formed
biofilms, while in Proteus rettgeri, Enterobacter bugandensis, and Citrobacter braakii, no
strains showed adherence. |
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| dc.format.extent |
73 f. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Biofilmes |
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| dc.subject |
Indústria de alimentos |
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| dc.subject |
Segurança dos alimentos |
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| dc.subject |
Doenças transmitidas por alimentos |
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| dc.subject |
Resistência antimicrobiana |
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| dc.title |
Biofilmes e Resistência Antimicrobiana: Uma Análise de Cepas Bacterianas de Origem Alimentar |
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| dc.type |
TCCgrad |
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