Concepções de professores de inglês e intérpretes diante das políticas educacionais inclusivas e a prática do ensino de inglês para alunos surdos
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dc.contributor.author |
MEDEIROS, Tânitha Gléria de |
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dc.date.accessioned |
2018-10-29T17:04:04Z |
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dc.date.available |
2018-10-29T17:04:04Z |
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dc.date.issued |
2011 |
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dc.identifier.citation |
MEDEIROS, Tânitha Gléria de. Concepções de professores de inglês e intérpretes diante das políticas educacionais inclusivas e a prática do ensino de inglês para alunos surdos. 2011. 146 f. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-Graduação em Letras e Linguística). Universidade Federal de Goiás. 2011. Orientadora: Dra. Maria Cristina Faria Dalacorte Ferreira |
pt_BR |
dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/190848 |
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dc.description.abstract |
Este estudo investiga as concepções de professores de inglês e intérpretes diante das leis e políticas públicas de inclusão no que tange ao ensino e aprendizagem de uma língua estrangeira – LE – (inglês) para alunos surdos inseridos no ensino regular. Tendo em vista esse contexto buscamos compreender as concepções destes profissionais sobre: (i) a inclusão de alunos surdos no ensino regular e as limitações e implicações das políticas públicas neste ambiente; (ii) a ocorrência ou não do ensino de inglês para os alunos surdos e quais as dificuldades e sugestões apontadas pelos professores durante as aulas; (iii) como acontece a interação durante uma aula de inglês em que temos a presença do professor de inglês, intérprete e alunos surdos e ouvintes. Para tais objetivos, recorremos ao método qualitativo de cunho exploratório que se configura como um estudo de caso (dois professores de inglês e dois intérpretes que atuam no ensino público de Goiânia). Esta pesquisa também se respalda na teoria sociocultural de Vygotsky (1998), que aposta na interação social como condição para o desenvolvimento dos indivíduos. Realizamos a coleta dos dados por meio de observações, entrevistas semiestruturadas, questionário e análise de documentos. Os dados sugerem que todos os participantes são a favor da inclusão dos alunos surdos nas salas regulares, porém demonstram insatisfação com a forma como essa inclusão ocorre na prática e que há sede por mudanças e melhoria. Os dados também apontam algumas dificuldades e limitações neste contexto, como por exemplo, a falta de preparo, falta de apoio das escolas e órgãos gestores, carência de orientação nos PCN-LE, falta de material didático e precárias condições de sala de aula. Outro fato constatado foi a unanimidade, entre as professoras, sobre importância do ensino de uma LE para os alunos surdos, já que acreditam que a surdez não é um fator que impossibilita a aprendizagem dessa língua, mas sim que complementa a aprendizagem da Libras e da Língua Portuguesa. Observamos ainda que tanto os professores, quanto os intérpretes e também os alunos ouvintes podem assumir o papel de par mais competente ao fornecerem pistas, demonstração e instruções para os alunos surdos que podem se beneficiar das competências cognitivas de outras crianças ou adultos. |
pt_BR |
dc.language.iso |
por |
pt_BR |
dc.publisher |
UFG |
pt_BR |
dc.subject |
Políticas públicas |
pt_BR |
dc.subject |
Teoria sociocultural |
pt_BR |
dc.subject |
Ensino de inglês |
pt_BR |
dc.subject |
Alunos surdos |
pt_BR |
dc.title |
Concepções de professores de inglês e intérpretes diante das políticas educacionais inclusivas e a prática do ensino de inglês para alunos surdos |
pt_BR |
dc.type |
Master Thesis |
pt_BR |
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