Tenho um aluno surdo: aprendi o que fazer!

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Tenho um aluno surdo: aprendi o que fazer!

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dc.contributor.author MACHADO, Jéssica Lais Novais
dc.date.accessioned 2018-10-12T22:27:51Z
dc.date.available 2018-10-12T22:27:51Z
dc.date.issued 2017
dc.identifier.citation MACHADO, Jéssica Lais Novais. Tenho um aluno surdo: aprendi o que fazer!. 2017. 149 f. Dissertação (Mestrado em Programa de Pós-graduação em Ensino de Ciências). Universidade de Brasília. 2017. Orientadora: Dra. Renata Cardoso de Sá Ribeiro Razuck pt_BR
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/190435
dc.description.abstract Com o novo paradigma educacional adotado a partir da Declaração de Salamanca (1994), que buscava a melhoria do acesso à Educação para pessoas com deficiência, foi instituído a Escola Inclusiva. Segundo esse modelo a escola devia se preparar adequadamente para receber alunos com qualquer especificidade, e não o aluno se “moldar” ao que a escola poderia oferecer. Com isso surgiu um novo modelo de educação, no qual pessoas com deficiência são inserias na rede regular de ensino. No entanto, o processo de inclusão de alunos Surdos tem tido dificuldades de ser oferecido com qualidade. Os professores não se sentem preparados e os espaços, geralmente, não são bilíngues, ou seja, só privilegiam uma língua – a Língua Portuguesa. Inquieta com as fragilidades do atual modelo de inclusão, a pesquisadora, a qual tem experiência como professora e intérprete de Libras, resolveu se aprofundar nas questões de inclusão de alunos Surdos na Educação Básica, a fim de contribuir para as ações educativas. O objetivo da pesquisa foi identificar quais seriam as ações que favoreceriam a efetiva inclusão de Surdos em âmbito escolar. Para a melhor compreensão da educação inclusiva atual, buscamos identificar docentes envolvidos em escola inclusiva na perspectiva da surdez. Participaram dessa pesquisa professores que atuam em turma inclusiva, alunos ouvintes, alunos Surdos, intérpretes educacionais (IE) e professor especialista na área da surdez (que atua no Atendimento Educacional Especializado – AEE). Além de conhecer mais essa realidade, o presente trabalho também buscou conhecer a Educação Bilíngue, por isso, também foi entrevistado um professor da Escola Bilíngue Libras e Português escrito de Taguatinga-DF. Para análise dos dados utilizamos abordagem qualitativa. Os resultados indicaram que mesmo com a inclusão de Surdos na Educação Básica, a escola, de modo geral, continua sendo pensada para ouvintes. Os professores não tiveram formação para atender esse público e, na prática, se encontram sem saber como atingir o aluno Surdo. A maioria dos grupos entrevistados afirma que a Escola Inclusiva pode até ser eficiente quanto à socialização entre seus pares, mas não contempla o contexto educacional. A proposição deste trabalho visa contribuir para a efetiva inclusão de alunos Surdos, por isso, foi elaborado um guia com orientações sobre ações para serem implementadas na prática da escola inclusiva. Pretendemos com esse estudo contribuir para uma educação inclusiva de mais qualidade para os alunos Surdos. pt_BR
dc.publisher UnB pt_BR
dc.subject Inclusão escolar pt_BR
dc.subject Surdos pt_BR
dc.subject Escola inclusiva pt_BR
dc.subject Escola básica pt_BR
dc.subject Escola bilíngue pt_BR
dc.title Tenho um aluno surdo: aprendi o que fazer! pt_BR
dc.type Master Thesis pt_BR


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MACHADO Jéssica ... 2017 (dissertação) UNB.pdf 1.484Mb PDF View/Open

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