dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
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dc.contributor.advisor |
Silva, Maria Cristina Figueiredo |
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dc.contributor.author |
Oliveira, Solange Mendes |
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dc.date.accessioned |
2012-10-24T10:41:15Z |
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dc.date.available |
2012-10-24T10:41:15Z |
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dc.date.issued |
2012-10-24T10:41:15Z |
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dc.identifier.other |
274023 |
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dc.identifier.uri |
http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/92636 |
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dc.description |
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Linguística, Florianópolis, 2009. |
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dc.description.abstract |
Esta tese descreve e analisa, sob uma perspectiva sincrônica, alguns processos de formação de palavras por derivação por meio da interação entre a morfologia e a sintaxe, a semântica e a fonologia, com o intuito de estabelecer formalmente alguns dos princípios que pautam a derivação de um modo geral e as eventualidades que as formações derivadas denotam. O estudo aborda as derivações com os afixos des-, re-, -nte, -dor/-tor/-sor, -ec(er)/-esc(er) e -iz(ar), usando para descrição e análise o arcabouço teórico da Morfologia Distribuída, proposta inicialmente por Halle e Marantz (1993, 1994) e Marantz (1996, 1997). O trabalho divide-se em três partes. A Parte I trata do quadro teórico no qual a tese se baseia e que dará suporte ao estudo da derivação. A Parte II aborda a teoria de representação sintática da estrutura de evento proposta por Marantz (2005a, 2005b; 2006a; 2007a; 2007b) e por Medeiros (2008) e apresenta a relação e definição dos traços aspectuais que marcam os afixos, assim como uma proposta de classificação para as raízes, que leva em conta os traços semânticos que possibilitam a sua adjunção aos afixos mencionados. A Parte III detém-se no estudo das formações derivadas. A descrição e análise das derivações abordam a representação estrutural, a representação sintática da estrutura de evento e as eventualidades que as formações derivadas expressam. As análises das derivações evidenciaram que a adjunção de um afixo a uma raiz só é possível se houver compatibilidade semântico-aspectual entre os traços de raízes e afixos. |
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dc.format.extent |
252 p.| il. |
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dc.language.iso |
por |
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dc.subject.classification |
Linguistica |
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dc.subject.classification |
Lingua portuguesa - |
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dc.subject.classification |
Sufixos e prefixos |
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dc.subject.classification |
Lingua portuguesa - |
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dc.subject.classification |
Morfologia |
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dc.title |
Aspectos da derivação prefixal e sufixal no português do Brasil |
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dc.type |
Tese (Doutorado) |
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