The politics of violence in five productions of Shakespeare's Titus Andronicus

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Title: The politics of violence in five productions of Shakespeare's Titus Andronicus
Author: Avila, Filipe dos Santos
Abstract: Abstract : The present work addresses the performance of William Shakespeare s works throughout the twentieth and twenty-first centuries, most specifically his early tragedy Titus Andronicus, written in collaboration with playwright George Peele. Titus Andronicus had been somewhat neglected by critics and audiences for nearly 300 years until it was famously performed under Peter Brook s direction in 1955. Thus, the present work analyzes Peter Brook s production, as well as Deborah Warner s (1987), Yukio Ninagawa s (2006), Michael Fentiman s (2013), and Lucy Bailey s (2014). The focus of the analyses lies on the relationship between the most violent moments in the play and characters submission or resistance to State power. Instead of trying to establish Shakespeare s politics or arguing whether the play is reactionary or revolutionary, the present dissertation, drawing mainly on the works of Thomas P. Anderson, Ewan Fernie, and Daniel Juan Gil, concludes that the play s relationship to violence reveals complex ideas about power, freedom, and politics. It is precisely in the moments of violence that those ideas can be perceived more clearly. More often than not, such moments are, at the same time, exaggerated, astonishing, dark, and hilarious, but they are far from meaningless.O problema a ser discutido nessa tese diz respeito à encenação da obra de William Shakespeare nos séculos XX e XXI, especificamente uma de suas primeiras tragédias, Tito Andrônico, escrita em colaboração com o dramaturgo George Peele. Tito Andrônico, bastante negligenciada por críticos e público por cerca de 300 anos, recebeu maior atenção crítica após ser notoriamente encenada em 1955 sob direção de Peter Brook. Assim, o presente estudo analisa as montagens de Peter Brook, Deborah Warner (1987), Yukio Ninagawa (2006), Michael Fentiman (2013) e Lucy Bailey (2014). A análise focou na relação entre os momentos mais violentos da peça e a submissão ou resistência das personagens ao poder estatal. Em vez de tentar estabelecer qual a afiliação política de Shakespeare ou discutir se a peça tem uma postura reacionária ou revolucionária, este estudo, baseando-se principalmente no trabalho de Thomas P. Anderson, Ewan Fernie e Daniel Juan Gil, conclui que a relação da peça com a violência revela ideias complexas sobre poder, liberdade e política. É precisamente nesses momentos de violência que tais ideias podem ser percebidas de forma mais clara. Tais momentos são geralmente exagerados, chocantes, sombrios e, ao mesmo tempo, hilários, mas certamente não carecem de significado.
Description: Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Inglês: Estudos Linguísticos e Literários, Florianópolis, 2018.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/205967
Date: 2018


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