Emma, de Jane Austen: uma análise (para)textual das traduções de Therezinha Monteiro Deutsch, Isadora Próspero e Júlia Romeu, sob a perspectiva dos Estudos Feministas da Tradução

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Emma, de Jane Austen: uma análise (para)textual das traduções de Therezinha Monteiro Deutsch, Isadora Próspero e Júlia Romeu, sob a perspectiva dos Estudos Feministas da Tradução

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina
dc.contributor.advisor Simoni, Karine
dc.contributor.author Calado, Katarine Maria Linhares
dc.date.accessioned 2026-09-14T23:30:02Z
dc.date.available 2026-09-14T23:30:02Z
dc.date.issued 2026
dc.identifier.other 398573
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276448
dc.description Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Programa de Pós-Graduação em Estudos da Tradução, Florianópolis, 2026.
dc.description.abstract O presente trabalho tem como objetivo analisar três traduções da obra Emma (1815), da escritora britânica Jane Austen, para o português brasileiro, a partir de seus paratextos editoriais (Genette, 2018), observando as diferenças entre os projetos tradutórios em cada edição. O livro, elaborado em 1814, foi concluído e publicado somente em 1815, sendo a primeira publicação da autora a conter seu nome, já que assinava suas obras de maneira anônima (Austen-Leigh, 2002). Além disso, sua protagonista, Emma Woodhouse, é completamente oposta às heroínas de Pride and Prejudice (1813) e Mansfield Park (1814), se tratando de uma personagem de personalidade errante, em cujo enredo destacam-se temáticas de emancipação feminina durante o Período Regencial (Stafford, 2017). Para realizar a análise, foram utilizadas as traduções de Therezinha Monteiro Deutsch para a Editora Best Seller, em 1997; Julia Romeu para a editora Penguin ? Companhia das Letras, em 2021; e Isadora Próspero, para a Editora Antofágica, em 2023. Os dados foram coletados através do cotejo entre as três traduções, assim como o texto de partida, em inglês. A análise observa os elementos paratextuais contidos em cada tradução, assim como soluções lexicais, sintáticas e estilísticas adotadas nos textos de chegada, apresentadas pelas tradutoras no decorrer dos capítulos I à XVIII. A interpretação dos dados se deu de maneira qualitativa a partir do referencial teórico exposto: Berman (2007), com os conceitos de estratégias de tradução hipertextual e etnocêntrica; Genette (2018), Batchelor (2018) e Von Flotow (2023), com foco nos paratextos editoriais. Através dos resultados obtidos, a pesquisa observa as influências da questão mercadológica nas retraduções, assim como a existência de estratégias de tradução distintas ligadas à utilização do paratexto como espaço para as tradutoras. Para além disso, o presente estudo visa incrementar e colabora com os Estudos Feministas da Tradução dentro da literatura estrangeira feminina, traduzida por mulheres, no Brasil.
dc.description.abstract Abstract: This study aims to analyze three translations of Emma (1815), by British writer Jane Austen, into Brazilian Portuguese, based on their editorial paratexts (Genette, 2018), observing the differences between the translation projects in each edition. The book, written in 1814, was only completed and published in 1815, being the author's first publication to contain her name, as she had previously signed her works anonymously (Austen-Leigh, 2002). In addition, its protagonist, Emma Woodhouse, is completely opposite to the heroines of Pride and Prejudice (1813) and Mansfield Park (1814), being a character with a wandering personality, in whose plot themes of female emancipation during the Regency Period stand out (Stafford, 2017). To conduct the analysis, translations by Therezinha Monteiro Deutsch for Editora Best Seller in 1997, Julia Romeu for Penguin ? Companhia das Letras in 2021, and Isadora Próspero for Editora Antofágica in 2023 were used. The data were collected by comparing the three translations with the source text in English. The analysis examines the paratextual elements contained in each translation, as well as the lexical, syntactic, and stylistic solutions adopted in the target texts, presented by the translators throughout chapters I to XVIII. The data was interpreted qualitatively based on the theoretical references presented: Berman (2007), with the concepts of hypertextual and ethnocentric translation strategies; Genette (2018), Batchelor (2018) and Von Flotow (2023), with a focus on editorial paratexts. Through the results obtained, the research observes the influences of marketing issues on retranslations, as well as the existence of distinct translation strategies linked to the use of paratext as a space for female translators. In addition, this study aims to enhance and contribute to Feminist Translation Studies within foreign female literature, translated by women, in Brazil. en
dc.format.extent 106 p.| il., tabs.
dc.language.iso ita
dc.subject.classification Tradução e interpretação
dc.subject.classification Estudos feministas
dc.subject.classification Paratexto
dc.title Emma, de Jane Austen: uma análise (para)textual das traduções de Therezinha Monteiro Deutsch, Isadora Próspero e Júlia Romeu, sob a perspectiva dos Estudos Feministas da Tradução
dc.type Dissertação (Mestrado)


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