Obesidade materna e efeitos nas próximas gerações: uma revisão integrativa sobre programação fetal e riscos metabólicos
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Vilela, Thaís Ceresér |
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| dc.contributor.author |
Cardoso, Lara da Silva |
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| dc.contributor.author |
Damineli, Thauana Lopes |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-07T19:03:24Z |
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| dc.date.available |
2026-07-07T19:03:24Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-09 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273833 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Medicina. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Introdução e Objetivo: A obesidade materna é um desafio global de saúde com repercussões que transcendem a gestante, afetando o desenvolvimento fetal. Este estudo objetivou analisar os efeitos da obesidade materna na saúde da prole, focando nos mecanismos de programação fetal e nas consequências metabólicas ao longo da vida. Materiais e Métodos: Realizou-se uma revisão integrativa de estudos publicados entre 2015 e 2025 nas bases PubMed, LILACS, Scielo e Web of Science, utilizando a estratégia P (Paciente ou População), I (Intervenção), C (Comparação), e O (Outcomes / Desfechos). A amostra final consistiu em 16 artigos, incluindo ensaios clínicos e estudos observacionais. Resultados: Os achados indicam associação consistente entre obesidade materna e aumento da adiposidade, resistência à insulina e alterações no perfil lipídico e no microbioma intestinal da prole. Intervenções dietéticas, como dietas de baixo índice glicêmico durante a gestação, mostraram-se eficazes na redução da adiposidade neonatal. Discussão: A programação fetal ocorre via ambiente intrauterino adverso, mediada por alterações na função placentária e mecanismos epigenéticos, conforme o paradigma Developmental Origins of Health and Disease (DOHaD). O estado metabólico materno (hiperinsulinemia e inflamação) atua como um estímulo que altera permanentemente a fisiologia do feto. Conclusão: A obesidade materna é um determinante central na programação metabólica intergeracional. Intervenções pré-concepcionais e o controle do peso gestacional são estratégias prioritárias para mitigar o risco de doenças metabólicas nas futuras gerações. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
61 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Araranguá, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Obesidade Materna; Programação Fetal; Doenças Metabólicas; Fenômenos Fisiológicos do Desenvolvimento. |
pt_BR |
| dc.title |
Obesidade materna e efeitos nas próximas gerações: uma revisão integrativa sobre programação fetal e riscos metabólicos |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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