| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
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| dc.contributor.advisor |
Bastos, Daniel Deggau |
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| dc.contributor.author |
Corá, Luís André |
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| dc.date.accessioned |
2025-11-28T18:48:47Z |
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| dc.date.available |
2025-11-28T18:48:47Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-05 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270355 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências Jurídicas, Direito. |
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| dc.description.abstract |
Na metade do século XX, se observou, especialmente nos Estados Unidos da
América, o surgimento de um novo mecanismo jurídico, que tem como objetivo
instrumentalizar e declarar formalmente os desejos dos pacientes médicos, em
momentos nos quais não conseguissem fazê-lo - são as Diretivas Antecipadas de
Vontade, que se concretizam, principalmente, a partir do Testamento Vital. No Brasil,
muito embora a difusão desse instrumento há tempo tenha ocorrido no Ocidente, o
Testamento Vital é um meio de expressão formal da vontade pouco conhecido e, por
conseguinte, pouco utilizado e sua eficácia perante terceiros, sobretudo médicos e
familiares, pode encontrar barreiras no atual sistema de proteção dos direitos da
personalidade, consagrado pelo Código Civil. O presente estudo, nesse sentido,
visou a investigar o instituto do Testamento Vital, encontrando seus fundamentos na
prática internacional, analisando o panorama atual da sua utilização no aparelho
jurídico interno brasileiro e identificando sua compatibilidade ao sistema de proteção
dos direitos personalíssimos, em especial, a partir da sua confrontação à natureza
irrenunciável do direito à vida e à integridade física, positivada pelo artigo 11 do
Código Civil. A pesquisa, realizada a partir de análise bibliográfica, deu exame aos
instrumentos internacionais que normatizam o tema, especialmente, o Convênio de
Oviedo (1967), na Europa, e a normatização do living will, nos EUA, assim como
examinou o Projeto de Lei do Senado nº 149/2018, o Projeto de Lei nº 4.869/2024 e
o posicionamento da jurisprudência dos tribunais brasileiros. Ao final, o estudo
concluiu que o Testamento Vital, enquanto antecipação da autonomia privada do
sujeito de direitos sobre seu próprio corpo, saúde e vida, é compatível à lei
brasileira, indicando ser necessária e emergente a normatização acerca do tema em
âmbito federal, com a instituição das solenidades necessárias para a sua
concretização, assim, garantindo-lhe validade e eficácia, que, consequentemente,
implicam na sua oponibilidade erga omnes. |
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| dc.description.abstract |
In the mid-twentieth century, a new legal mechanism emerged, especially in the
United States of America, aimed at formalizing and giving legal expression to
patients’ wishes regarding medical care in situations where they are unable to do so
themselves. These are the Advance Directives of Will, which are primarily
materialized through the Living Will. In Brazil, although this instrument has long been
disseminated throughout the Western world, the Living Will remains a little-known
and, consequently, little-used means of formal expression of will. Its effectiveness
before third parties—particularly physicians and family members—may face
obstacles within the current system for protecting personality rights, as established
by the Civil Code. This study, therefore, sought to investigate the institution of the
Living Will, identifying its foundations in international practice, analyzing the current
landscape of its use within the Brazilian legal system, and assessing its compatibility
with the system of protection of personality rights, especially in light of the inalienable
nature of the right to life and to physical integrity, enshrined in Article 11 of the Civil
Code. Conducted through bibliographic research, the study examined international
instruments regulating the topic—particularly the Oviedo Convention (1997) in
Europe and the standardization of the Living Will in the United States—as well as the
Brazilian Senate Bill No. 149/2018, the House Bill No. 4.869/2024, and relevant case
law of Brazilian courts. Ultimately, the research concludes that the Living Will, as an
anticipatory exercise of an individual’s private autonomy over their own body, health,
and life, is compatible with Brazilian law. It also highlights the urgent need for federal
regulation on the subject, establishing the formalities necessary for its
implementation, thereby ensuring its validity and effectiveness—and consequently, its
enforceability erga omnes. |
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| dc.format.extent |
98 f. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Diretivas Antecipadas de Vontade |
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| dc.subject |
Testamento Vital |
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| dc.subject |
Direitos da personalidade |
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| dc.title |
A eficácia do Testamento Vital no ordenamento jurídico brasileiro e sua compatibilidade com o sistema de proteção dos direitos da personalidade |
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| dc.type |
TCCgrad |
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