Uso de heurísticas e simulação na otimização do agendamento de robôs móveis autônomos em ambientes de manufatura
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Taglialenha, Silvia |
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| dc.contributor.advisor |
Taglialenha, Silvia |
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| dc.contributor.author |
Clasen, Bárbara |
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| dc.contributor.author |
Clasen, Bárbara |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T13:45:07Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T13:45:07Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268451 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica.
Universidade Federal de Santa Catarina.
Centro Tecnológico de Joinville.
Departamento de Mobilidade. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A crescente utilização de robôs móveis autônomos (AMRs) em ambientes industriais impõe desafios relacionados à designação de tarefas, sequenciamento e planejamento de trajetórias, essenciais para garantir eficiência operacional, redução de custos e flexibilidade. Este trabalho propõe e avalia três heurísticas de designação de tarefas integradas a um modelo de scheduling com planejamento de rotas utilizando A*: Proximidade, Ociosidade e Tempo de Chegada. O objetivo é analisar a adequação de cada estratégia a diferentes condições operacionais, considerando métricas de makespan, distância total percorrida, balanceamento de carga (gap) e custo computacional. O modelo foi implementado em Python e testado em quatro cenários de simulação com diferentes níveis de complexidade, representando situações desde produções balanceadas até ambientes heterogêneos. Os resultados evidenciam que não existe uma heurística dominante. A heurística de Proximidade destacou-se em cenários de baixa e média complexidade, alcançando makespans reduzidos e menor custo computacional, o que a torna apropriada para aplicações em que simplicidade e rapidez são prioridades. A heurística de Ociosidade apresentou melhor desempenho em cenários simétricos, equilibrando o esforço entre os robôs e reduzindo o makespan. Já a heurística de Tempo de Chegada demonstrou maior robustez em ambientes heterogêneos, reduzindo significativamente o deslocamento e promovendo melhor balanceamento, embora com tempo computacional ligeiramente superior. Conclui-se que a escolha da heurística deve ser orientada pelas características do ambiente produtivo e pelos objetivos estratégicos da operação. Apesar das diferenças relativas de desempenho, todas as heurísticas apresentaram tempos de execução absolutos muito baixos, o que demonstra viabilidade prática em sistemas industriais de pequena e média escala, nos quais múltiplos AMRs atuam com tarefas dinâmicas e necessidade de replanejamento frequente. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Joinville, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Robôs móveis autônomos |
pt_BR |
| dc.subject |
Designação e sequenciamento de tarefas |
pt_BR |
| dc.subject |
Planejamento de caminhos |
pt_BR |
| dc.title |
Uso de heurísticas e simulação na otimização do agendamento de robôs móveis autônomos em ambientes de manufatura |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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