Determinação da atividade antioxidante in vitro e bioatividade de fenólicos de frutas tropicais em células Caco-2.

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Determinação da atividade antioxidante in vitro e bioatividade de fenólicos de frutas tropicais em células Caco-2.

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Fedrigo, Isabela Maia Toaldo
dc.contributor.author Boeing, Sofia Machado
dc.date.accessioned 2025-09-05T12:13:17Z
dc.date.available 2025-09-05T12:13:17Z
dc.date.issued 2025-09-04
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267942
dc.description Seminário de Iniciação Científica e tecnolófica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Ciências Agrárias. Ciência e Tecnologia de Alimentos pt_BR
dc.description.abstract O abacaxi, a laranja e o limão são frutas tropicais importantes mundialmente pelo seu valor nutricional e econômico. Essas frutas contêm nutrientes e vitaminas importantes para o bom funcionamento do corpo humano, além de serem boas fontes de compostos fenólicos, como naringeninas, hesperitinas e catequinas. O objetivo da pesquisa foi determinar a atividade antioxidante in vitro e a bioatividade de fenólicos de abacaxi, laranja e limão em células intestinais humanas Caco-2 a partir de ensaios de digestão in vitro e viabilidade celular. As amostras de abacaxi, laranja e de limão foram adquiridas na Central de Abastecimento do Estado de Santa Catarina (CEASA-SC), nos meses de fevereiro, abril e maio de 2025. Após a higienização e descascamento, as polpas das frutas foram submetidas individualmente à digestão in vitro para avaliar a bioacessibilidade de fenólicos totais nas fases oral, gástrica e intestinal. As metodologias de ABTS e Folin-Ciocalteu foram implementadas para analisar a atividade antioxidante e a capacidade redutora (polifenóis totais) nas polpas e nas frações digeridas bioacessíveis. As frações bioacessíveis de cada fase foram aplicadas no meio de cultivo e testadas em células intestinais Caco-2 por 48 h. Em seguida, a viabilidade celular foi avaliada empregando o método colorimétrico da sulforrodamina B. Os resultados de atividade antioxidante demonstraram a alta capacidade bioacessível dos compostos fenólicos, as polpas in natura obtiveram valores semelhantes entre as três frutas. A atividade antioxidante das polpas variou de 511,25 a 559,65 μmol TEAC/L, para abacaxi e limão, respectivamente. Já a capacidade redutora variou de 1260,39 a 3125,44 mg GAE/L, também para abacaxi e limão. Para todas as frutas, e após a digestão, tanto a atividade antioxidante quanto a capacidade redutora decresceram significativamente nas frações bioacessíveis, o que é esperado devido à ação enzimática e à degradação dos compostos antioxidantes ao longo das fases da digestão. Nas frações digeridas a polpa da laranja se destacou, com resultados de 469,70 μmol TEAC mg/L na fase oral, e 105,64 μmol TEAC mg/L durante a fase intestinal. A capacidade redutora da fração digerida da polpa do limão sobressaiu-se com 777,78 GAE mg/L na fase oral e 234,44 GAE mg/L na fase intestinal. O limão apresentou o maior índice de bioacessibilidade quanto à atividade antioxidante (36,99%), enquanto que o abacaxi demonstrou maior bioacessibilidade quanto à capacidade redutora (20,27%). Analisando os resultados da bioatividade em células Caco-2, as concentrações menores do que 20 uM e 60 uM não afetaram a viabilidade celular, mantendo uma viabilidade maior do que 50% para as células intestinais. Essa pesquisa incentiva o estudo de alimentos funcionais e bioativos, que têm potencial benéfico aos consumidores finais. pt_BR
dc.format.extent Vídeo. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Atividade antioxidante pt_BR
dc.subject Bioacessibilidade pt_BR
dc.subject Compostos fenólicos pt_BR
dc.subject Digestão in vitro pt_BR
dc.title Determinação da atividade antioxidante in vitro e bioatividade de fenólicos de frutas tropicais em células Caco-2. pt_BR
dc.type video pt_BR


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Seminário SIC.mp4 15.92Mb MPEG-4 video View/Open

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