| Title: | A relação dos endótipos de DM1 com a densidade mineral óssea - um estudo de caso controle |
| Author: | Silvano, Paulo Zanelato |
| Abstract: |
Introduction: Type 1 diabetes mellitus (T1DM) is a chronic autoimmune disease characterized by insulin deficiency due to β-cell destruction. Genetic and environmental factors contribute to its development, and the pathogenesis involves abnormalities in T, B cells, and β-cell function. Recently, two T1DM endotypes were identified based on pathophysiological, epidemiological, and clinical differences: T1DE1, which affects people under 7 years old, and T1DE2, which emerges during adolescence or adulthood. T1DM is associated with alterations in bone health, such as osteopenia and an increased risk of fractures. This impact is due to imbalances in bone formation and resorption pathways, potentially affecting bone mineral density. Objective: This research aims to investigate the correlation between T1DM endotypes and bone mineral density. Research design and method: A case-control study was conducted with 26 participants in the T1DM group, subdivided into T1DE1 and T1DE2, and a control group (n = 40). Anthropometric, biochemical, and bone mineral density data were compared. Results: There were no statistical differences in bone mineral density between the groups compared. However, higher values of LDL and non-HDL, dysglycemia, and lower lean mass percentage were observed in T1DM participants. Conclusion: The study indicates that there is no correlation between T1DM endotypes and bone mineral density. Furthermore, it concludes that managing dysglycemia and higher values of LDL and non-HDL in T1DM patients is crucial, regardless of the age at diagnosis. Introdução: O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença autoimune crônica caracterizada pela deficiência de insulina devido à destruição das células β. Fatores genéticos e ambientais contribuem para seu desenvolvimento, e a patogênese envolve anomalias nas células T, B e na função das células β. Recentemente, dois endótipos de DM1 foram identificados por diferenças fisiopatológicas, epidemiológicas e clínicas: T1DE1, que afeta indivíduos menores que 7 anos, e T1DE2, que aparece na adolescência ou idade adulta. O DM1 está associado a alterações na saúde óssea, como osteopenia e risco aumentado de fraturas. Este acometimento se deve a desequilíbrios nas vias de formação e reabsorção óssea, potencialmente afetando a densidade mineral óssea. Objetivo: esta pesquisa visa investigar a correlação entre os endótipos da DM1 e a densidade mineral óssea. Desenho de pesquisa e método: realizou-se um estudo caso controle com 26 participantes no grupo DM1, subdivididos em T1DE1 e T1DE2, e grupo controle (n = 40), com comparação de dados antroprométricos, bioquímicos e de densidade mineral óssea. Resultados: Não houve diferenças estatísticas entre a densidade mineral óssea dos grupos comparados, mas evidenciou-se aumento dos valores de LDL e não-HDL, disglicemia e menor % de massa magra em participantes DM1. Conclusão: O estudo aponta que não há correlação entre os endótipos do DM1 e a densidade mineral óssea. Ademais, o estudo concluiu que é necessário se atentar para o manejo da disglicemia e aumento dos valores de LDL e não-HDL de pacientes com DM1, independentemente da idade diagnóstica. |
| Description: | TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. |
| URI: | https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/262784 |
| Date: | 2024-12-02 |
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| A relação dos e ... studo de caso controle.pdf | 552.9Kb |
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