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Abstract:
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Objetivo: Verificar se existe associação entre anquiloglossia e as funções estomatognáticas. Metodologia: Este estudo possui caráter descritivo, quali-quantitativo e transversal. A amostra envolveu 36 sujeitos, com média três anos de idade, de ambos os gêneros. Para avaliação, foram aplicados os protocolos de Avaliação do Frênulo Lingual, com escores, para Bebês e o MMBGR – Lactentes e Pré-Escolares. Para avaliar a significância da associação entre as variáveis categóricas foi aplicado o teste não paramétrico Exato de Fisher, por tratar-se de uma amostra de tamanho pequeno. Foi considerado um nível de significância de 5% para este estudo (p<0,05). Resultados: Das 36 crianças avaliadas, 21 (58,33) apresentam alteração de frênulo lingual, sendo que 14 (38,88%) apresentam alteração de respiração, 11 (30,55%) delas apresenta alteração na mastigação, 8 (22,22%) apresentam alteração de fala de origem fonética e 5 (13,88%) apresentam alterações de deglutição.Os resultados apontaram associações significativas entre a alteração do frênulo lingual e a função respiratória (p = 0.04), e o frênulo lingual e a função da fala (p = < .001), sugerindo que o frênulo pode exercer influência direta nessas funções. Já em relação à função da mastigação, e à de deglutição, não há uma associação estatisticamente significativa entre a presença de alterações no frênulo lingual e essas funções. Conclusão: Conclui-se a partir da amostra analisada, que existe associação entre anquiloglossia e as funções estomatognáticas de respiração e fala. |