As Famílias de adolescentes autores de ato infracional no âmbito do processo sócio-educativo: com a palavra as assistentes sociais

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As Famílias de adolescentes autores de ato infracional no âmbito do processo sócio-educativo: com a palavra as assistentes sociais

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Título: As Famílias de adolescentes autores de ato infracional no âmbito do processo sócio-educativo: com a palavra as assistentes sociais
Autor: Bevilacqua, Tatiane
Resumo: O presente Trabalho de Conclusão de Curso objetiva refletir sobre a interação entre as famílias dos adolescentes autores de ato infracional e os Programas Sócio-Educativos, nos quais se insere o acom panhamento do cumprimento das medidas sócio-educativas. Para tal. optou-se por urna pesquisa qualitativa de caráter exploratória. Inicialmente, realizou-se um levantamento bibliográfico acerca das temáticas adolescência, família e ato infracional, seguida do desenvolvimento de um estudo, a partir das normativas vigentes como o Estatuto da Criança e do Adolescente, o Sistema Nacional de Atendimento Sócio-Educativo (S1NASE) e o Sistema Único de Assistência Social (SUAS), sobre o lugar da família . no âmbito do processo sócio-educativo e de urna breve explanação sobre os requisitos contemporâneos da profissão e sobre as respostas ético-político-pedagógicas do agir profissional. G material empírico foi coletado por meio de entrevistas semi-estruturadas com as assistentes sociais dos Programas Sócio-Educativos de Liberdade Assistida e/ou Prestação de Serviço a Comunidade dos municípios conurbados de Florianópolis, São José e Palhoça. Após interpretadas e analisadas as falas das assistentes sociais, amparado no referencial teórico acumulado, percebeu-se que a temática estudada é permeada pelas relações sócio-afetivas, .'tanto no processo de cumprimento da medida sócio-educativa, como no momento da reflexão e decisão sobre as alternativas de vida. A interação da família no processo sócio-educativo pode ser marcada ora pelo envolvimento da família nesse processo, em prol de objetivos constituídos entre adolescente, família e equipe técnica, ora pela sua ausência, a qual dificulta a efetividade do Programa, pois entende-se que o adolescente é um ser contextualizado. A família é constantemente chamada a ser parceira do Programa, ou seja, a responsabilizar-se também pelo acompanhamento do adolescente em cumprimento de medida sócio-educativa, visto o reconhecimento de sua importância como núcleo de socialização e de educação de seus membros. Nesse sentido, por vezes, é tomada como objeto de intervenção profissional, principalmente de ações sócio-educativas. Verifica-se também a intervenção profissional através de ações sócio-terapêuticas em casos isolados, de acordo com a demanda. Diante disso, com a implantação do SUAS, abre-se possibilidades de se articular urna politica pública (des) segmentada
Descrição: TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Sócio Econômico, Curso de Serviço Social.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/118970
Data: 2007


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