O congresso e a política externa brasileira: um poder visto por ele mesmo
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
en |
| dc.contributor.advisor |
Caubet, Christian |
en |
| dc.contributor.author |
Grillo, Vera de Araujo |
en |
| dc.date.accessioned |
2013-12-05T20:10:48Z |
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| dc.date.available |
2013-12-05T20:10:48Z |
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| dc.date.issued |
1991 |
en |
| dc.identifier.other |
82106 |
en |
| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/106335 |
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| dc.description |
Tese (doutorado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciencias Juridicas |
en |
| dc.description.abstract |
Esta pesquisa se propõe a examinar o papel do Congresso Brasileiro nas relações externas do país, no período compreendido entre os anos de 1975 e 1985. O Acordo Nuclear, o Tratado de Itaipú e os Acordos com o Fundo Monetário Internacional (FMI) proporcionaram um importante campo para a visualização do comportamento do poder Legislativo nessas questões de política externa. A fundamentação teórica da tese é dada pela teoria da Reprodução, junto com a teoria da Separação dos Poderes, porque necessitou-se ir um pouco além do enfoque marcadamente jurídico, ligado apenas ao Direito Constitucional. A teoria da Reprodução, criada por Bordieu e Passeron (1982), para a análise do sistema de ensino francês, guarda alguns conceitos que são adequados para abordagem das hipóteses que motivam este trabalho. A tese se desenvolve em torno das seguintes premissas: 1) O sistema político vigente entre 1975 e 1985 determinou certas relações de poder cuja permanência desejava perpetuar. Nelas é nítido o papel secundário desempenhado pelo poder Legislativo, de modo especial no que diz respeito aos assuntos de relações externas. 2) A maioria das análises doutrinárias das Constituições Brasileiras tem dividido as competências dos três poderes de modo formal, baseada na teoria da Separação dos Poderes. Entretanto, o poder Legislativo auto-reduz a sua competência constitucional, não a exercendo plenamente. Os discursos dos parlamentares definem, com clareza, o papel do Congresso, reclamando respeito às suas competências constitucionais, mas a prática parlamentar desmente o discurso. 3) Assim, a "fala" dos congressistas tenta inculcar uma mensagem que é dissimuladora das relações de força existentes entre Executivo e Legislativo, no sistema político vigente. Dentro desse quadro, busca-se neste trabalho, através da Reprodução, provar o mascaramento da hipertrofia do poder Executivo pela separação dos poderes definida na Constituição, visível através da análise dos discursos dos parlamentares sobre assuntos de política externa. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.subject.classification |
Politica internacional |
en |
| dc.title |
O congresso e a política externa brasileira: um poder visto por ele mesmo |
en |
| dc.type |
Tese (Doutorado) |
en |
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