dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
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dc.contributor.advisor |
Mendonça, Magaly |
pt_BR |
dc.contributor.author |
Britto, Fabiane Pereira |
pt_BR |
dc.date.accessioned |
2012-10-22T03:03:18Z |
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dc.date.available |
2012-10-22T03:03:18Z |
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dc.date.issued |
2004 |
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dc.date.submitted |
2004 |
pt_BR |
dc.identifier.other |
203723 |
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dc.identifier.uri |
http://repositorio.ufsc.br/xmlui/handle/123456789/87871 |
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dc.description |
Dissertação (mestrado) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Filosofia e Ciências Humanas. Programa de Pós-graduação em Geografia. |
pt_BR |
dc.description.abstract |
Este trabalho tem como objetivo identificar e caracterizar a precipitação pluvial e os sistemas atmosféricos que atuam no Estado do Rio Grande do Sul. Foram utilizados dados mensais de precipitação pluvial do período entre 1967 a 1998, de 14 Estações Meteorológicas. O comportamento espaço - temporal da precipitação pluvial, foi analisado através da variabilidade interanual, anual, mensal e sazonal. Totais médios foram calculados de pluviosidade para cada estação meteorológica utilizando o programa Excel. Posteriormente, efetuou-se a plotagem de gráficos de distribuição dos totais de precipitação pluvial (anuais, mensais e sazonais) que possibilitaram a análise e interpretação dos dados. Os resultados de variabilidade interanual, mostram que os anos que apresentaram índices pluviométricos positivos e negativos, estiveram associados aos fenômenos El Niño Oscilação Sul. Em relação à variabilidade anual, chove mais na metade norte do Estado (totais superiores a 1500 mm) do que na metade sul (totais inferiores a 1500 mm). São Luiz Gonzaga, Cruz Alta, Caxias do Sul e Bom Jesus apresentam os maiores totais de precipitação pluvial. Santa Vitória do Palmar, Pelotas e Porto Alegre apresentam os menores totais de chuva. Sazonalmente, no litoral e no centro-sul do Estado, os meses de inverno são os mais chuvosos, devido a freqüência de passagens dos sistemas frontais. No sudoeste do Estado, o outono é mais chuvoso, devido a atuação dos bloqueios atmosféricos. No noroeste os meses da primavera são os mais chuvosos, devido a formação dos Complexos Convectivos de Mesoescala. No nordeste o verão é mais chuvoso, em função das chuvas convectivas associadas a sistemas atmosféricos como a Zona de Convergência do Atlântico Sul. |
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dc.format.extent |
xii, 65 f.| il., grafs., tabs. |
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dc.language.iso |
por |
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dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
dc.subject.classification |
Geografia |
pt_BR |
dc.subject.classification |
Climatologia |
pt_BR |
dc.subject.classification |
Precipitação (Meteorologia) |
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dc.title |
Distribuição espaço-temporal da preciptação pluvial no Estado do Rio Grande do Sul |
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dc.type |
Dissertação (Mestrado) |
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