A influência da fonética do espanhol (L1) na aquisição e produção do alemão (L2)

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A influência da fonética do espanhol (L1) na aquisição e produção do alemão (L2)

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Lacerda, Eduardo
dc.contributor.author Maxoutian, Max
dc.date.accessioned 2026-01-05T11:59:04Z
dc.date.available 2026-01-05T11:59:04Z
dc.date.issued 2025-12-18
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/271674
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Comunicação e Expressão, Letras Alemão. pt_BR
dc.description.abstract O presente Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) visa investigar a influência do sistema fonético do espanhol como L1 na aquisição e produção do alemão como L2 por falantes nativos de espanhol. O estudo se justifica pela relevância acadêmica, buscando sintetizar e complementar achados sobre a fonética contrastiva entre as duas línguas, e pela relevância pedagógica, visando identificar dificuldades específicas para aprimorar o ensino do alemão para esse público, especialmente no contexto de Santa Catarina. O espanhol é caracterizado como uma língua cronometrada por sílabas regulares, com um sistema vocálico simples de cinco vogais [i, e, a, o, u] e duas semivogais [j] e [w], além restrições fonéticas rígidas para encontros consonantais, como padrão, limitados ao encontro de duas consoantes. Em contraste, o alemão padrão (Hochdeutsch) é classificado como uma língua cronometrada pelo acento, essencialmente devido à distinção entre vogais longas e curtas, isto é, contraste de duração e tensão, possuindo um inventário vocálico vasto. Sua fonética é mais permissiva em relação a encontros consonantais, em média, aceitando até três consoantes em um único encontro. Além disso, possui consoantes e alofones inexistentes no espanhol, como as fricativas [ç], [ʃ], [z] e a oclusiva glotal [ʔ], que ocorre no início de sílabas tônicas. Agrega-se, que o alemão não utiliza acentos ortográficos para indicar a tonicidade, que recai, em geral, sobre a raiz lexical. A discussão explora a aquisição fonética de L2, ressaltando que a influência do espanhol é evidente, especialmente na produção de sons inexistentes em L1 ou em estruturas mais complexas. Pesquisas prévias indicam que o processo de adaptação fonética é variável e diretamente ligado ao nível de proficiência. Falantes iniciantes tendem a manter os padrões prosódicos do espanhol, resistindo à substituição de fonemas novos (e.g., substituindo [ç] por [ʃ]). Já os alunos com proficiência mais alta (a partir de B2, segundo o Quadro Comum Europeu de Referência para Línguas) demonstram uma redução mais consistente da influência da L1. O estudo aponta que a aquisição da fonética de L2 envolve a adaptação de domínios prosódicos mais amplos do espanhol para se adequarem aos constituintes menores do alemão, o que se manifesta por meio desses estágios de adaptação. pt_BR
dc.format.extent 40 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject fonética comparativa; fonética do alemão; fonética do espanhol; espanhol-alemão; prosódia comparativa. pt_BR
dc.title A influência da fonética do espanhol (L1) na aquisição e produção do alemão (L2) pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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