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Abstract:
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Objetivo: Identificar os requisitos de conteúdo para o desenvolvimento de aplicativos voltados
à saúde mental da população de 0 a 19 anos. Método: Revisão de escopo, conduzida conforme
as diretrizes do Instituto Joanna Briggs (JBI), buscou mapear e sintetizar evidências científicas
publicadas entre 2021 e 2025, identificando conceitos centrais, tipos de tecnologia e modelos
de intervenção disponíveis. Aspectos éticos: Por utilizar exclusivamente dados de domínio
público, este estudo foi isento de apreciação por Comitê de Ética em Pesquisa, conforme
Resolução CNS 510/2016. Todas as fontes foram citadas adequadamente. Resultados: A
pesquisa, baseada na estrutura PCC (População: 0-19 anos; Conceito: desenvolvimento de
aplicativos; Contexto: saúde mental), analisou 2.950 publicações de sete bases de dados,
resultando na inclusão final de nove estudos. Os resultados revelaram predominância de
abordagens centradas no usuário, com uso de frameworks como Flutter e Firebase, e estratégias
de engajamento baseadas em gamificação e inteligência artificial. As principais descobertas
indicam que ferramentas de autoavaliação alcançam 93,3% de utilização, enquanto serviços de
aconselhamento profissional apresentam menor adesão (60%). Identificou-se eficácia
significativa em intervenções para ansiedade, mas resultados limitados para depressão. Os
desafios incluem amostras pequenas, tempo de acompanhamento insuficiente e questões de
privacidade de dados. Conclusão: Embora as tecnologias demonstrem potencial transformador
no acesso à saúde mental, são necessárias pesquisas mais robustas e políticas de implementação
que garantam eficácia, segurança e equidade no desenvolvimento dessas ferramentas para o
público infantojuvenil. |