A história da arte em movimento: Aby Warburg e Didi-Huberman a montar imagens

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A história da arte em movimento: Aby Warburg e Didi-Huberman a montar imagens

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dc.contributor UFSC pt_BR
dc.contributor.advisor Campos, Daniela Queiroz
dc.contributor.author Zampoli, Isabella
dc.date.accessioned 2025-09-05T21:01:59Z
dc.date.available 2025-09-05T21:01:59Z
dc.date.issued 2025
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/267988
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Filosofia e Ciência Humanas Departamento de História pt_BR
dc.description.abstract O presente trabalho tem como objetivo apontar as atividades desenvolvidas como bolsista de Iniciação Científica, CNPq/Pibic 2024-2025, no projeto: A História da Arte em Movimento: Aby Warburg e Didi-Huberman à montar imagens, coordenado pela Profa Dra Daniela Queiroz Campos. A pesquisa desenvolvida entre setembro de 2024 e agosto de 2025 teve como foco a análise da série Business as Usual (2019), primeira exposição individual da artista barbadiana-escocesa Alberta Whittle em Londres, composta por sete obras — Celestial Meditations (2018), C.R.E.A.M (2017), Meditation on Welcome (2018), (UN) Welcome (2018), Wrapping Myself in Rainbows (2018), Business as Usual (2018) e Celestial Meditations II (2018). Por meio da técnica de colagens digitais que combinam fotografia, pintura e auto retrato, Whittle denuncia as persistências da colonialidade no mundo da arte, apropriando-se de símbolos e expressões, como o próprio título da série, para problematizar heranças coloniais e violências de gênero. A metodologia adotada baseou-se no conceito de “conhecimento como montagem” inspirado em Aby Warburg e Georges Didi-Huberman, articulando a construção de constelações imagéticas, análises de pathosformel e leituras teóricas de autores como Walter Benjamin, Walter Mignolo, Sergei Eisenstein e Rita Segato. O estudo envolveu catalogação das obras, levantamento bibliográfico, fichamentos e produção escrita, resultando também na elaboração do projeto de Trabalho de Conclusão de Curso. As análises indicam que a série Business as Usual se configura como uma proposta estética decolonial, capaz de confrontar temporalidades e narrativas hegemônicas, reescrevendo o corpo de uma mulher negra como agente central na produção e circulação de imagens. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis pt_BR
dc.subject Alberta Whittle; Business as Usual; estética decolonial; Aby Warburg; Georges Didi-Huberman; pt_BR
dc.title A história da arte em movimento: Aby Warburg e Didi-Huberman a montar imagens pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co NÃO, NÃO


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