Abstract:
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Em 1980 o Governo do Estado de Santa Catarina vende a Ponta do Coral a iniciativa privada de maneira irregular gerando uma série de protestos, os protestantes defendiam o seu uso como área pública, em contrapartida o empreendedor apresenta um projeto hoteleiro que não se concretiza devido as pressões políticas e sociais. Após 35 anos as tentativas de construção de um hotel continuam e promovem uma série de debates e protestos sobre a sua legalidade, ao mesmo tempo grupos de oposição lutam para a transformação da Ponta do Coral em uma área de uso público, surgindo assim as duas propostas atualmente discutidas para a ponta: o Hotel Ponta do Coral e o Parque Cultural das 3 Pontas. Esse trabalho se propõe a analisar esse impasse da capital catarinense resgatando seu histórico e através de múltiplas óticas analisar as propostas uso para a Ponta do Coral e a viabilidade para a sua realização. |