Estratégias de comunicação para a continuidade do cuidado após a alta hospitalar
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
LANZONI, Gabriela Marcellino de Melo |
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| dc.contributor.author |
ROSA, Amanda Batista |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-15T15:55:48Z |
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| dc.date.available |
2026-09-15T15:55:48Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-15 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276502 |
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| dc.description |
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Introdução: A transição do cuidado na alta hospitalar é essencial para a continuidade da assistência e a articulação entre os pontos da Rede de Atenção à Saúde. Nesse processo, a comunicação entre profissionais e serviços favorece o compartilhamento de informações e o acompanhamento dos usuários na Atenção Primária à Saúde (APS). Objetivo: Compreender, sob a perspectiva de enfermeiros do ambiente hospitalar e da Atenção Primária à Saúde, as estratégias de comunicação utilizadas na transição do cuidado para promover a continuidade da assistência de pacientes contrarreferenciados do hospital para a Atenção Primária à Saúde em uma capital do sul do Brasil. Método: Estudo qualitativo, exploratório e descritivo, realizado em um hospital universitário e unidades de Atenção Primária à Saúde. Participaram 43 enfermeiros, sendo 17 hospitalares e 26 da APS. Os dados foram produzidos por entrevistas semiestruturadas e analisados por análise de conteúdo temática, conforme Bardin. O estudo foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa, sob Parecer nº 7.607.733 e CAAE nº 87306325.3.0000.0121. Resultados: Foram identificadas cinco categorias: planejamento e coordenação da transição; comunicação e articulação; educação em saúde e participação do paciente; acompanhamento e monitoramento; e desafios e perspectivas. Destacaram-se como estratégias a atuação do Escritório de Gestão de Altas, a contrarreferência, o compartilhamento de informações, a educação em saúde, a busca ativa, os contatos telefônicos e as visitas domiciliares. Como fragilidades, evidenciaram-se a ausência de fluxos padronizados, comunicação tardia ou incompleta, fragmentação dos sistemas de informação, insuficiência de recursos e dificuldades de acesso aos serviços. Conclusão: A continuidade da assistência após a alta requer articulação entre hospital e APS, com planejamento, comunicação efetiva e acompanhamento dos usuários. O fortalecimento de fluxos institucionalizados, sistemas de informação integrados e educação permanente pode contribuir para uma transição mais segura e coordenada. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Continuidade da Assistência ao Paciente; Transição do Cuidado; Alta do Paciente; Comunicação em Saúde; Atenção Primária à Saúde. |
pt_BR |
| dc.title |
Estratégias de comunicação para a continuidade do cuidado após a alta hospitalar |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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