Direitos sob custódia: os desafios do Serviço Social no sistema prisional
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Negri, Fabiana Luiza |
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| dc.contributor.author |
Silva, Emyllyn Ferreira da |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-14T10:49:56Z |
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| dc.date.available |
2026-09-14T10:49:56Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276336 |
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| dc.description |
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A inserção do Serviço Social no sistema prisional é atravessada por contradições entre as determinações institucionais, a lógica punitiva e os princípios que orientam o projeto ético-político da profissão. Dessa forma, esta pesquisa teve como objetivo identificar e analisar as condições éticas e técnicas de trabalho das/os assistentes sociais no sistema prisional catarinense, considerando a precarização do trabalho, a autonomia profissional, o conservadorismo e a produção teórica do Serviço Social. Trata-se de uma pesquisa qualitativa e exploratória, fundamentada no método histórico-crítico-dialético, desenvolvida por meio de estudo bibliográfico e documental, pesquisa de campo e análise dos dados coletados. Os resultados evidenciam a precarização dos vínculos e das condições de trabalho, expressa, entre outros aspectos, pela predominância de contratos temporários e pelos impactos sobre a saúde das/os profissionais. Identificou-se também a presença significativa de demandas administrativas no cotidiano profissional, além de limites institucionais à autonomia, especialmente para a realização de atividades coletivas e socioeducativas. Os dados revelam, ainda, contradições na compreensão e no enfrentamento do conservadorismo, uma vez que, embora as/os profissionais reconheçam violações de direitos humanos e expressões conservadoras no exercício profissional, permanecem práticas e concepções tensionadas pela racionalidade punitiva, como a realização do exame criminológico. Conclui-se que o trabalho profissional no sistema prisional catarinense constitui-se em um campo de disputas, no qual a precarização, as relações hierárquicas e a lógica punitiva tensionam a autonomia e a efetivação do projeto ético-político do Serviço Social. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Resumo+Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Serviço Social |
pt_BR |
| dc.subject |
Sistema Prisional |
pt_BR |
| dc.subject |
Autonomia profissional |
pt_BR |
| dc.subject |
Conservadorismo profissional |
pt_BR |
| dc.subject |
Condições Éticas e Técnicas de Trabalho |
pt_BR |
| dc.title |
Direitos sob custódia: os desafios do Serviço Social no sistema prisional |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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