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Abstract:
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A adoção de práticas sustentáveis na produção de flores de corte tem se tornado cada vez mais relevante diante da necessidade de reduzir os impactos ambientais da atividade agrícola. Nesse contexto, o cultivo do girassol ornamental de corte apresenta-se como uma alternativa com potencial para contribuir com uma floricultura mais sustentável. O experimento teve como objetivo avaliar o efeito de diferentes manejos nutricionais, convencional e regenerativos, sobre o desenvolvimento, crescimento, qualidade das hastes florais e atributos químicos e biológicos do solo. No experimento, foram testados diferentes manejos, sendo: manejo convencional (T1) e três manejos regenerativos (T2, T3 e T4), tendo como diferença entre eles a frequência de aplicação de insumos e uso de microrganismos. Foram avaliadas variáveis de crescimento, desenvolvimento, qualidade das hastes florais, além de componentes químicos e biológicos do solo, antes e após o cultivo. Os resultados não indicaram diferenças no desenvolvimento de plantas entre os tratamentos. No manejo convencional, as plantas apresentaram maior estatura e diâmetro de capítulo, indicando resposta mais rápida à adubação mineral, enquanto os manejos regenerativos não promoveram ganhos no curto prazo. No solo, houve aumento do pH, da saturação por bases e dos teores de fósforo e potássio, com elevação da condutividade elétrica. A matéria orgânica, a CTC e o índice de qualidade biológica do solo reduziram nos manejos regenerativos, sugerindo que seus efeitos demandam maior tempo para se manifestar. Conclui-se que, no curto prazo, o manejo convencional proporciona melhores respostas no crescimento do girassol, enquanto os manejos regenerativos apresentam potencial de melhoria do solo, porém com efeitos mais evidentes a médio e longo prazo. |