Validação de um kit comercial de ELISA para determinação de cortisol plasmático em juvenis de miragaia (Pogonias courbina)
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Ruschel, Aline Brum Figueredo |
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| dc.contributor.author |
Casagrande, Maria Eduarda Dequech |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T20:07:40Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T20:07:40Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276132 |
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| dc.description |
Tecnologia e inovação |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O cortisol é o principal indicador fisiológico de estresse em peixes e é comumente quantificado por ELISA competitivo. Como os kits comerciais não são espécie-específicos, sua validação prévia é indispensável antes do uso em novas espécies. A miragaia (Pogonias courbina), peixe marinho nativo ameaçado de extinção e com potencial para aquicultura, carece de estudos sobre sua fisiologia do estresse. Este trabalho teve como objetivo avaliar, por meio de diluições seriadas de plasma comparadas à curva-padrão de um kit comercial de ELISA (Cusabio), se amostras de miragaia apresentam paralelismo com o padrão do ensaio, etapa preliminar necessária à validação do método. Dezesseis juvenis foram anestesiados com eugenol e submetidos a coleta de sangue por punção caudal. O plasma foi separado por centrifugação, dividido em dois pools (oito peixes cada) e diluído seriadamente (1:1 a 1:16). A quantificação de cortisol seguiu o protocolo do kit Fish Cortisol ELISA (Cusabio), com leitura de absorbância a 450 nm em duplicata. As concentrações foram estimadas por interpolação em curva logística de quatro parâmetros (4PL) e corrigidas pelo fator de diluição. A curva-padrão apresentou ajuste de R² = 0,92, abaixo do valor mínimo recomendado (0,96). Os coeficientes de variação entre duplicatas foram elevados, atingindo 29,5% nos padrões e até 92,1% nas amostras, e não houve a monotonicidade decrescente esperada em ensaios competitivos. Também não houve paralelismo entre as diluições: a Amostra 1 variou cerca de sete vezes e a Amostra 2 cerca de cinco vezes entre os pontos interpoláveis, sem tendência de estabilização. Esses resultados indicam que o kit não pode ser considerado validado analiticamente para a miragaia nesta etapa. Eles não descartam, porém, a adequação biológica do kit à espécie, já que dificuldades semelhantes de paralelismo e precisão já foram relatadas na literatura para kits heterólogos em outras espécies de peixes. Recomenda-se repetir o ensaio, preferencialmente em triplicata, para padronizar a técnica e reavaliar o paralelismo como critério definitivo de validação do kit para uso em estudos futuros sobre a resposta da miragaia ao estresse. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Cortisol |
pt_BR |
| dc.subject |
ELISA |
pt_BR |
| dc.subject |
Validação |
pt_BR |
| dc.title |
Validação de um kit comercial de ELISA para determinação de cortisol plasmático em juvenis de miragaia (Pogonias courbina) |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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