Representação política e renovação parlamentar: coordenação, eficiência e conexão eleitoral de grupos conservadores
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Souza, Cíntia Pinheiro Ribeiro de |
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| dc.contributor.author |
Lôbo, Rafaela Menezes Mercado |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-11T18:51:07Z |
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| dc.date.available |
2026-09-11T18:51:07Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-10 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276049 |
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| dc.description |
Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O segundo ciclo da pesquisa intitulada “Representação política e renovação parlamentar: coordenação, eficiência e conexão eleitoral de grupos conservadores” buscou examinar a manifestação e o desenho de agendas políticas antifeministas na atividade legislativa recente da política institucional brasileira. Com base em referenciais teóricos selecionados a respeito do fenômeno do antifeminismo, reações conservadoras (backlash) e retóricas antigênero, o objetivo foi buscar compreender como projetos de lei voltados à questão de gênero, sexualidade, direitos reprodutivos e da comunidade LGBTQIA+, violência contra a mulher, etc. evidenciam embates sobre a conquista de direitos, as políticas públicas voltadas ao gênero e os modelos de família no cenário político atual. Realizou-se um estudo comparativo das proposições legislativas do primeiro ano das legislaturas de 2015, 2019 e 2023 na Câmara dos Deputados, viabilizando o mapeamento de permanências e transformações no período anterior, concomitante e posterior à gestão do governo Bolsonaro. Ao lado do exame temático das proposições, a pesquisa analisou conexões entre o alinhamento ideológico e o gênero dos autores das propostas. Buscou-se evidenciar de que maneira o avanço da nova direita parlamentar fomentou a multiplicação e a diversificação de estratégias políticas antifeministas e como o antifeminismo adentra na atuação e agenda política de parlamentares. As constatações parciais indicam que a iniciativa legislativa antifeminista não apresentou uma escalada linear, porém registrou forte expansão no ano de 2023, corroborando a concepção de backlash. A ocorrência foi mais expressiva entre parlamentares do gênero masculino e nos espectros político-ideológicos da direita e da extrema direita. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Antifeminismo |
pt_BR |
| dc.subject |
Ofensiva antigênero |
pt_BR |
| dc.subject |
Produção legislativa |
pt_BR |
| dc.subject |
Câmara dos Deputados |
pt_BR |
| dc.title |
Representação política e renovação parlamentar: coordenação, eficiência e conexão eleitoral de grupos conservadores |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
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