Desenvolvimento de scaffold para uso em carne celular produzido a partir de resíduo da indústria vitivinícola

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Desenvolvimento de scaffold para uso em carne celular produzido a partir de resíduo da indústria vitivinícola

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Verruck, Silvani
dc.contributor.author Munaretto, Julia Eduarda
dc.date.accessioned 2026-09-11T18:49:23Z
dc.date.available 2026-09-11T18:49:23Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276046
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract A utilização de resíduos agroindustriais na produção de biomateriais apresenta potencial para a valorização de subprodutos e o desenvolvimento de alternativas mais sustentáveis para a engenharia de tecidos. Neste contexto, o presente trabalho teve como objetivo desenvolver e caracterizar scaffolds de origem vegetal contendo farinha de casca de uva, visando sua aplicação na produção de carne celular. Foram desenvolvidas duas formulações, FU0,5 e FU1,0, contendo 0,5 e 1,0 g de farinha de uva, respectivamente, mantendo-se constantes os demais componentes da matriz, constituída por alginato de sódio, carboximetilcelulose, carragena iota, goma xantana, carbonato de cálcio e sulfato de cálcio. As biotintas foram submetidas à bioimpressão 3D e posterior reticulação iônica, seguida de armazenamento e liofilização. Os scaffolds foram caracterizados por espectroscopia no infravermelho por transformada de Fourier (FTIR), calorimetria exploratória diferencial (DSC) e microscopia eletrônica de varredura (MEV). Os resultados de FTIR indicaram a manutenção dos principais grupos funcionais dos componentes da matriz, sem o surgimento de novas bandas associadas à formação de ligações covalentes, sugerindo a integração da farinha de uva por meio de interações físicas. A análise por DSC evidenciou diferenças no comportamento de desidratação das formulações, relacionadas à composição da matriz. As micrografias obtidas por MEV demonstraram a formação de estruturas tridimensionais porosas em ambas as formulações, sendo observadas diferenças na organização e distribuição dos poros em função da concentração de farinha de uva. A formulação FU0,5 apresentou regiões mais abertas, enquanto FU1,0 apresentou uma estrutura relativamente mais compacta. Dessa forma, a incorporação da farinha de uva possibilitou a obtenção de scaffolds porosos e estruturalmente diferenciados, demonstrando potencial para o desenvolvimento de materiais vegetais destinados à aplicação em carne celular e contribuindo para a valorização de resíduos da indústria vitivinícola. pt_BR
dc.format.extent . pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Carne cultivada pt_BR
dc.subject Hidrogel pt_BR
dc.subject Sustentável pt_BR
dc.subject Plant-based scaffold pt_BR
dc.title Desenvolvimento de scaffold para uso em carne celular produzido a partir de resíduo da indústria vitivinícola pt_BR
dc.type video pt_BR


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Desenvolvimento ... _Carne_Celular_(4) (1).mp4 14.20Mb MPEG-4 video View/Open video

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