Avaliação Microbiológica do Lodo Tratado em Wetlands Construídos Visando o Recíclo Agrícola

DSpace Repository

A- A A+

Avaliação Microbiológica do Lodo Tratado em Wetlands Construídos Visando o Recíclo Agrícola

Show simple item record

dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Magri, Maria Elisa
dc.contributor.author Vieira, Luisa Müller
dc.date.accessioned 2026-09-11T18:32:03Z
dc.date.available 2026-09-11T18:32:03Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/276025
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract A falta de saneamento básico atinge 4,2 bilhões de pessoas, reforçando a importância de soluções descentralizadas, como as fossas sépticas, amplamente utilizadas mas ainda carentes de pós-tratamento e manejo adequado do lodo. O uso de wetlands para desidratação de lodo é empregado desde o final da década de 1980, e apresentam vantagens como baixo consumo de energia, redução de custos de operação e manutenção, e boa integração ao ambiente. Ainda assim, há uma carência de informações sobre a qualidade do tratamento microbiológico desses sistemas, essencial para promover a reciclagem segura de biossólidos. Este estudo avaliou wetlands construídos como tecnologia de Solução Baseada na Natureza (SbN) para o tratamento do lodo proveniente da limpeza de fossas sépticas, com foco no comportamento de patógenos microbianos no lodo acumulado, comparando-o ao efluente bruto. Foram estudados dois wetlands (M1 e M2), de 60 m² cada, com leito filtrante composto por camadas de areia e brita e plantado com Salix viminalis. Os módulos operaram com estratégias variadas: o M1 recebe efluente a cada 15 dias, com recirculação do lixiviado coletado no dia 7, já o M2 opera por drenagem livre, recebendo efluente bruto semanalmente. Ao longo de um ano, amostras mensais do lodo acumulado em ambos os wetlands e do efluente bruto foram analisadas quanto a indicadores microbiológicos, incluindo Escherichia coli, Enterococcus faecalis, colifagos somáticos (modelo para vírus de DNA) e fagos RNA F-específicos (modelo para vírus de RNA). Os resultados mostraram que, no M1, as concentrações de patógenos no lodo acumulado foram, em geral, comparáveis ou inferiores às do efluente bruto, com exceção de E. coli, que apresentou leve aumento. Já no M2, foi observado um crescimento expressivo de E. coli e de colifagos somáticos no lodo acumulado em relação ao efluente bruto. De modo geral, todos os patógenos monitorados foram detectados em concentrações elevadas no lodo acumulado de ambos wetlands, resultado esperado visto que os sistemas estão em operação contínua. Destacamos que a persistência de patógenos no lodo acumulado reforça a importância do monitoramento viral, uma vez que as bactérias podem superestimar a capacidade do sistema. É importante considerar ainda a necessidade de um período de repouso do lodo dentro do leito para promover sua estabilização, etapa a ser investigada em estudos futuros do projeto, de modo a garantir a recuperação e o reúso seguros dos biossólidos gerados pelos wetlands. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Saneamento descentralizado pt_BR
dc.subject Soluções baseadas na natureza pt_BR
dc.subject Saúde pública pt_BR
dc.subject Fossa séptica pt_BR
dc.subject Recuperação de recursos pt_BR
dc.title Avaliação Microbiológica do Lodo Tratado em Wetlands Construídos Visando o Recíclo Agrícola pt_BR
dc.type video pt_BR


Files in this item

Files Size Format View
Video_SIC_2026_LuisaMullerVieira.mp4 110.7Mb MPEG-4 video View/Open

This item appears in the following Collection(s)

Show simple item record

Search DSpace


Browse

My Account

Statistics

Compartilhar