Investigação dos mecanismos subjacentes ao efeito antidepressivo da vitamina D

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Investigação dos mecanismos subjacentes ao efeito antidepressivo da vitamina D

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Rodrigues, Ana Lúcia Severo
dc.contributor.author Medeiros, Alice de Souza de
dc.date.accessioned 2026-09-11T14:10:32Z
dc.date.available 2026-09-11T14:10:32Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275954
dc.description Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança pt_BR
dc.description.abstract O transtorno depressivo maior é um transtorno psiquiátrico de alta prevalência e sua fisiopatologia envolve mecanismos complexos, dentre os quais a neuroinflamação tem recebido destaque. Nesse contexto, a vitamina D tem sido investigada devido às suas propriedades anti-inflamatórias e aos potenciais efeitos antidepressivos. O presente estudo teve como objetivo investigar mecanismos associados aos efeitos antidepressivos do colecalciferol, com ênfase na modulação de proteínas relacionadas à neuroinflamação e à função sináptica no hipocampo e córtex pré-frontal de camundongos submetidos a um modelo inflamatório induzido por lipopolissacarídeo. Foram utilizados camundongos Swiss machos, tratados por via oral durante sete dias com colecalciferol nas doses de 10 ou 100 unidades internacionais por quilograma, ou veículo. No último dia, os animais receberam lipopolissacarídeo (LPS) por via intraperitoneal e, após 24 horas, foram eutanasiados para coleta do hipocampo e córtex pré-frontal. O imunoconteúdo das proteínas Iba-1, NLRP3 e indolamina 2,3-dioxigenase (IDO), relacionadas à neuroinflamação, e das proteínas sinápticas sinapsina e PSD-95 foi avaliado por Western blotting. Os dados foram analisados por análise de variância de duas vias, seguida do teste de Newman-Keuls, considerando significativos valores de P menores que 0,05. Os resultados demonstraram que o LPS aumentou o imunoconteúdo de Iba-1, NLRP3 e IDO no hipocampo. O tratamento com colecalciferol, na dose de 10 UI/kg, atenuou os aumentos nos imunoconteúdos de Iba-1 e NLRP3 induzidos pelo LPS, enquanto a dose de 100 UI/kg aboliu esses efeitos e também impediu o aumento de IDO. No córtex pré-frontal, não foram observadas alterações significativas dessas proteínas associadas ao tratamento. Além disso, o colecalciferol a 100 UI/kg aumentou, independentemente do LPS, o imunoconteúdo de sinapsina no hipocampo e córtex pré-frontal e de PSD-95 no hipocampo, sugerindo efeitos sobre mecanismos neuroinflamatórios e de plasticidade sináptica. Em consonância com esses achados, uma revisão da literatura realizada no presente projeto identificou potenciais efeitos ansiolíticos da vitamina D mediados por mecanismos relacionados à neurotransmissão, neuroplasticidade, neuroinflamação e estresse oxidativo. Esses mecanismos apresentam estreita relação com processos envolvidos na fisiopatologia da depressão. Em conjunto, os achados sugerem que os efeitos antidepressivos do colecalciferol podem envolver a modulação integrada da reatividade microglial, de vias neuroinflamatórias e de proteínas relacionadas à plasticidade sináptica, reforçando seu potencial como estratégia nutricional complementar no manejo do transtorno depressivo maior. pt_BR
dc.format.extent Resumo + Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Depressão, lipopolissacarídeo, neuroinflamação, vitamina D pt_BR
dc.title Investigação dos mecanismos subjacentes ao efeito antidepressivo da vitamina D pt_BR
dc.type video pt_BR


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Vídeo IC.mp4 91.72Mb MPEG-4 video View/Open Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Farmácia

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