Uso de Inteligência Artificial Generativa em estudos psicolinguísticos: uma experiência com estímulos para experimentos

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Uso de Inteligência Artificial Generativa em estudos psicolinguísticos: uma experiência com estímulos para experimentos

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Mota, Mailce Borges
dc.contributor.author Caetano, Jad Duarte
dc.date.accessioned 2026-09-11T13:48:09Z
dc.date.available 2026-09-11T13:48:09Z
dc.date.issued 2026-09-10
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275926
dc.description Tecnologia e inovação pt_BR
dc.description.abstract A criação de estímulos linguísticos para a investigação dos processos cognitivos envolvidos no processamento da linguagem é uma etapa fundamental e desafiadora na psicolinguística experimental. Elaborar esses materiais demanda muito tempo, por conta da necessidade de controlar simultaneamente diversas variáveis morfossintáticas e métricas, como ordem e tamanho das palavras e a animacidade dos substantivos e, ao mesmo tempo manter a naturalidade e a plausibilidade semântica das sentenças. Diante do surgimento das ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAG), o presente trabalho, vinculado ao projeto "Sistemas de memória, controle atencional e fatores preditores da aprendizagem da leitura: foco no processamento linguístico de crianças e adultos a partir da abordagem neurocognitiva", teve como objetivo avaliar a aplicabilidade e o potencial dos modelos ChatGPT (versão gratuita) e Claude (versão gratuita) na geração de estímulos para experimentos psicolinguísticos. A metodologia se baseou em técnicas de engenharia de prompt, com definição de persona e instruções acompanhadas de frases de controle humano extraídas da tese de doutorado de Jesus (2018). Foram estabelecidas regras restritas de contagem de palavras, considerando sentenças ativas de 6 palavras, passivas analíticas de 7 palavras e sentenças de controle de 6 a 7 palavras. Foram também aplicados critérios relacionados à estrutura sintática e à variação de animacidade entre nomes animados e inanimados. Nos testes iniciais, foi observado que a atenção estrita às métricas formais gerou alucinações semânticas em frases produzidas pelas IAs, como "A mesa antiga chamou o médico" e "O computador novo salvou a criança". A intervenção humana foi necessária, sendo aplicados prompts de reorientação com restrições semânticas explícitas e a adequação do padrão de animacidade ao das sentenças de controle humano. Após os refinamentos do prompt, as ferramentas de IA geraram sentenças adequadas aos critérios experimentais em ambos os modelos. As sentenças geradas foram, posteriormente, submetidas a um teste de julgamento de aceitabilidade com falantes nativos do português brasileiro. É possível concluir que a Inteligência Artificial Generativa é uma ferramenta promissora para acelerar a elaboração de testes em psicolinguística, reduzindo o tempo de criação de materiais. Porém, ela não substitui a supervisão do linguista que é essencial para garantir a coerência, a validade e confiabilidade dos estímulos. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Inteligência Artificial Generativa, Engenharia de Prompt, Estímulos Linguísticos, Psicolinguística, Priming Sintático. pt_BR
dc.title Uso de Inteligência Artificial Generativa em estudos psicolinguísticos: uma experiência com estímulos para experimentos pt_BR
dc.type sound pt_BR


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