Desigualdades no atendimento de puericultura em Santa Catarina: análise de pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde.

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Desigualdades no atendimento de puericultura em Santa Catarina: análise de pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde.

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Wagner, Kátia Jakovljevic Pudla
dc.contributor.author Pacheco, Sara Stefanes
dc.date.accessioned 2026-09-09T19:39:43Z
dc.date.available 2026-09-09T19:39:43Z
dc.date.issued 2026-09-09
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275620
dc.description Promoção da igualdade, fortalecimento da democracia e governança pt_BR
dc.description.abstract Introdução: O acompanhamento de puericultura no Sistema Único de Saúde (SUS) é fundamental para a saúde materno-infantil. Contudo, a adesão às diretrizes do Ministério da Saúde para realização de testes de triagem neonatal, cumprimento do calendário vacinal, visitas domiciliares pela equipe de saúde, entre outras práticas, pode ser influenciada por determinantes sociais e econômicos. Objetivo: Caracterizar o atendimento de puericultura de crianças de até 1 ano de idade no SUS em Santa Catarina e verificar a existência de desigualdades segundo características sociodemográficas e econômicas maternas. Metodologia: Estudo transversal fundamentado em uma coorte de 3665 puérperas entrevistadas em 31 hospitais públicos catarinenses (linha de base: puerpério imediato) e contatadas por telefone entre 6 e 9 meses após o parto (seguimento). Analisaram-se associações entre exposições sociodemográficas maternas e desfechos de assistência infantil por meio do teste qui-quadrado e regressão logística binária (bruta e ajustada) no software Stata 19.0. Resultados: Foram observadas elevadas coberturas para os testes de triagem neonatal (pezinho: 99,7%; orelhinha: 94,1%; olhinho: 90,6%) e vacinação completa (73,5%). No entanto, apenas 20,0% receberam visita domiciliar da equipe na primeira semana após o parto e 21,7% realizaram a primeira consulta em até 7 dias. Na análise ajustada, maior escolaridade materna associou-se ao uso do serviço privado para consultas de acompanhamento (ORa= 2,92; IC95%: 1,28-6,67); primíparas tiveram 48% menor chance de receber visita domiciliar na primeira semana (ORa= 0,52; IC95%: 0,32-0,83); mães com trabalho informal apresentaram 37% menor chance de cumprir a vacinação completa do lactente (ORa=0,63; IC95%: 0,36-1,11); e maior renda associou-se à percepção de dificuldade para agendar consultas (ORa= 1,81; IC95%: 1,13-2,90). O estado civil e a cor da pele materna não obtiveram associações com os desfechos materno-infantis analisados no estudo. Conclusão: Embora a cobertura vacinal e de triagem seja elevada, existem desigualdades no acesso precoce e no acompanhamento da puericultura. Evidencia-se a necessidade de direcionar visitas domiciliares a primíparas e acompanhar a vacinação de filhos de trabalhadoras informais, visando à equidade na atenção primária. pt_BR
dc.format.extent Resumo + vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Curitibanos, SC pt_BR
dc.subject Puericultura pt_BR
dc.subject Fatores socioeconômicos pt_BR
dc.subject Disparidades em assistência à saúde pt_BR
dc.subject Sistema Único de Saúde pt_BR
dc.title Desigualdades no atendimento de puericultura em Santa Catarina: análise de pacientes atendidos no Sistema Único de Saúde. pt_BR
dc.type video pt_BR


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PIBIC 2025_2026.mp4 191.2Mb MPEG-4 video View/Open Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica Universidade Federal de Santa Catarina Centro de Ciências Rurais Medicina

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