Representações do falar florianopolitano em publicações não acadêmicas

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Representações do falar florianopolitano em publicações não acadêmicas

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Oliveira, Samuel Gomes de
dc.contributor.author Saravalli, Giovanna Brito
dc.date.accessioned 2026-09-09T01:35:30Z
dc.date.available 2026-09-09T01:35:30Z
dc.date.issued 2026-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275514
dc.description Linguagens, interculturalidade e identidades pt_BR
dc.description.abstract Este trabalho, resultado do plano de atividades chamado “Representações do falar florianopolitano em publicações não acadêmicas”, integra o projeto de pesquisa intitulado “Mapeamento da diversidade linguística do português falado em Florianópolis (SC)”. Neste projeto, foi feito um levantamento das publicações não acadêmicas sobre o falar florianopolitano, ou seja, em jornais, blogs, posts em redes sociais, etc. O objetivo da pesquisa é entender quais características linguísticas e sociais são associadas ao nativo de Florianópolis (também chamado de manezinho) e como as pessoas florianopolitanas são representadas. Com isso, foi feita uma pesquisa sobre o falar florianopolitano a partir de 10 textos de jornais, sites e blogs selecionados para compor os dados. Os textos foram analisados e descritos em tabelas, sistematizando as variáveis linguísticas e as representações da pessoa florianopolitana. Então, com os dados, foram produzidos mapas mentais para analisar de forma mais visual o resultado. Os principais resultados obtidos sobre as variáveis linguísticas associadas ao falar florianopolitano foram a fala rápida, a fala cantada e a utilização de palavras no diminutivo. Além disso, várias expressões foram apresentadas como típicas de Florianópolis. É o caso, por exemplo, de: “istepô/ixtêpo”, “bucica”, “tanso”, “dax um banho/dazumbanho”. As representações das pessoas nativas de Florianópolis mais citadas foram: pescador, homem, rendeira, benzedeira e uma pessoa com orgulho de sua cultura. Nos textos, foi percebida a ideia recorrente de “recuperar” algo que foi perdido no passado. Os manezinhos são frequentemente representados como pessoas que se sentem invadidas com a vinda dos “de fora” (dado que Florianópolis é uma cidade turística), e que têm orgulho de serem manezinhos. Em razão disso, existem iniciativas que buscam “recuperar” a cultura manezinha em Florianópolis, inclusive por meio do comércio para turistas, marcado pela venda de roupas, canecas, azulejos etc. ligados à cultura nativa. Esse movimento parece associado ao conceito de Félix Guattari de cultura mercadoria, já que produtos culturais são produzidos visando o lucro. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Variação linguística pt_BR
dc.subject Florianópolis pt_BR
dc.subject Manezinho pt_BR
dc.subject Sociolinguística pt_BR
dc.title Representações do falar florianopolitano em publicações não acadêmicas pt_BR
dc.type video pt_BR


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video-sic-2026-giovanna.mp4 54.32Mb MPEG-4 video View/Open Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. [Centro de Ciências da Educação]. [Colégio de Aplicação].

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