Implementação da política nacional de promoção da saúde na atenção primária à saúde da capital catarinense

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Implementação da política nacional de promoção da saúde na atenção primária à saúde da capital catarinense

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Heidemann, Ivonete Teresinha Schulter Buss
dc.contributor.author Rosa, Eduarda Becker
dc.date.accessioned 2026-09-03T17:47:17Z
dc.date.available 2026-09-03T17:47:17Z
dc.date.issued 2026-09-03
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275355
dc.description Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida pt_BR
dc.description.abstract A Política Nacional de Promoção da Saúde, criada em 2006, representa um dos principais instrumentos para o enfrentamento dos determinantes sociais da saúde no Brasil, sendo a Atenção Primária à Saúde o espaço estratégico para sua efetivação. Apesar disso, sua implementação em nível estadual e municipal ainda é incipiente, o que reforça a relevância de investigar essa realidade na capital catarinense. Objetivo: compreender os saberes e práticas de coordenadores e profissionais de saúde envolvidos na agenda estratégica da Política Nacional de Promoção da Saúde, visando identificar inovações, estratégias e desafios para subsidiar sua implementação na capital de Santa Catarina. Método: pesquisa de abordagem qualitativa, descritiva e exploratória, realizada por meio de entrevistas individuais semiestruturadas, de forma virtual, com 6 profissionais da Atenção Primária à Saúde do município de Florianópolis, sendo 5 coordenadores de Centros de Saúde e 1 coordenadora do Núcleo de Segurança do Paciente. Os dados foram analisados por meio da Análise de Conteúdo de Bardin, seguindo os preceitos éticos das Resoluções nº 466/2012 e 510/2016. Resultados: os participantes reconhecem a promoção da saúde como parte central da Atenção Primária, ainda que sem apropriação formal do texto normativo da Política Nacional de Promoção de Saúde. Entre os principais desafios identificados estão a sobrecarga assistencial, o conflito entre a agenda clínica e o tempo para ações de promoção, a fragilidade da intersetorialidade, a falta de estrutura física adequada e as dificuldades de adesão da população às ações coletivas. Também foram evidenciadas estratégias já consolidadas, como a atuação da equipe multiprofissional, o Programa Saúde na Escola e as parcerias intersetoriais, além de inovações como ações itinerantes de busca ativa, encaminhamentos via prontuário eletrônico e iniciativas ligadas ao eixo de desenvolvimento sustentável. Conclusão: a efetivação da Política Nacional de Promoção de Saúde na prática cotidiana da Atenção Primária depende menos do conhecimento formal da política e mais das condições concretas de trabalho e do protagonismo da coordenação local. Os achados contribuem para a produção de conhecimento científico e para o desenvolvimento de estratégias que auxiliem na implementação da política na capital catarinense. pt_BR
dc.format.extent Vídeo pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Promoção da saúde pt_BR
dc.subject Política de saúde pt_BR
dc.subject Atenção primária à saúde pt_BR
dc.subject Gestor de saúde pt_BR
dc.title Implementação da política nacional de promoção da saúde na atenção primária à saúde da capital catarinense pt_BR
dc.type video pt_BR


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