Relação da polifarmácia e da atividade física com o declínio cognitivo nos idosos.
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Hallal, Ana Luiza de Lima Curi |
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| dc.contributor.author |
Cardoso, Isadora |
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| dc.date.accessioned |
2026-09-02T10:25:55Z |
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| dc.date.available |
2026-09-02T10:25:55Z |
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| dc.date.issued |
2026-09-01 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/275332 |
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| dc.description |
Sustentabilidade, saúde e qualidade de vida |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Objetivo: Analisar os efeitos independentes e conjuntos dos níveis de atividade física e da polifarmácia sobre o provável declínio cognitivo em pessoas idosas participantes do estudo EpiFloripa no Brasil, vinculado ao projeto “Uso de machine learning e inteligência artificial na predição do envelhecimento saudável: estudo longitudinal Epifloripa”. Métodos: Análise transversal com dados da terceira onda da pesquisa EpiFloripa Idoso (2017/2019). A polifarmácia e a atividade física moderada a vigorosa (AFMV) no lazer foram consideradas as principais exposições. A combinação destas variáveis resultou em seis categorias: inativo e com polifarmácia; inativo e sem polifarmácia; insuficientemente ativo e com polifarmácia; insuficientemente ativo e sem polifarmácia; ativo e com polifarmácia; e ativo e sem polifarmácia. A Odds Ratio (OR) foi empregada como medida de associação, estimada por meio da análise de Regressão Logística. Resultados: Participaram do estudo 1.335 pessoas idosas, das quais 40,0% apresentavam polifarmácia e 20,5% provável declínio cognitivo. Na análise ajustada, a polifarmácia esteve associada à maior chance de provável declínio cognitivo (OR=1,74; IC95%: 1,19–2,56), enquanto a atividade física esteve associada a menores chances do desfecho. Na análise dos efeitos combinados, o grupo ativo e sem polifarmácia apresentou a maior magnitude de efeito protetor (OR=0,24; IC95%: 0,10–0,57). Conclusão: A polifarmácia e a atividade física apresentaram efeitos independentes e conjuntos sobre o provável declínio cognitivo, sendo observada a maior magnitude de efeito protetor entre os indivíduos ativos e sem polifarmácia. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
1 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Polifarmácia |
pt_BR |
| dc.subject |
Declínio Cognitivo |
pt_BR |
| dc.subject |
Farmacoepidemiologia |
pt_BR |
| dc.subject |
Idoso |
pt_BR |
| dc.subject |
Atividade Física |
pt_BR |
| dc.title |
Relação da polifarmácia e da atividade física com o declínio cognitivo nos idosos. |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Hillesheim, Danúbia |
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