Guerra às Drogas e Crime Organizado: A política antidrogas dos Estados Unidos como fator de internacionalização do PCC na América Latina
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Barroso, Juliana Lyra Viggiano |
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| dc.contributor.author |
Nymberg, Amanda Araujo Silva |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-20T22:52:25Z |
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| dc.date.available |
2026-07-20T22:52:25Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-07 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274547 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Relações Internacionais. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O Primeiro Comando da Capital (PCC) consolidou-se, nas últimas décadas, como
um dos principais atores do crime organizado transnacional na América Latina. Boa
parte da literatura, contudo, explica essa trajetória a partir de fatores internos, as
dinâmicas prisionais, a sociabilidade das periferias e a estrutura da organização,
relegando a segundo plano os condicionantes internacionais que a tornaram
possível. Diante dessa lacuna, esta pesquisa tem por objetivo analisar os fatores
internacionais que contribuíram para a consolidação do PCC como ator relevante no
crime organizado transnacional, respondendo a quais elementos externos
viabilizaram esse processo. Adota-se o método hipotético-dedutivo, por meio de uma
abordagem qualitativa e de natureza exploratória, fundamentada em revisão
bibliográfica e documental. Os resultados demonstram que a externalização da
Guerra às Drogas estadunidense para a América Latina, da Iniciativa Andina ao
Plano Colômbia e à Iniciativa Mérida, não suprimiu o narcotráfico, mas o
reorganizou, provocando a fragmentação dos cartéis colombianos e mexicanos, a
migração das rotas de tráfico e o fortalecimento de mercados ilícitos, além de
consolidar o Brasil como mercado consumidor e zona de trânsito. Foi nos vácuos de
poder abertos por esse processo que o PCC se internacionalizou, ocupando rotas e
eliminando intermediários, sobretudo na fronteira paraguaia. Conclui-se que a
internacionalização do Comando resultou da convergência entre essas
transformações estruturais e a agência da própria organização. A pesquisa contribui
ao deslocar a análise do PCC do plano interno para o estrutural e internacional,
oferecendo uma leitura dos limites da política antidrogas estadunidense. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
78 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Crime organizado transnacional; Primeiro Comando da Capital; Guerra às drogas; Narcotráfico; Política antidrogas dos Estados Unidos. |
pt_BR |
| dc.title |
Guerra às Drogas e Crime Organizado: A política antidrogas dos Estados Unidos como fator de internacionalização do PCC na América Latina |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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