Mulheres empreendedoras e IA generativa: aprendizagem, integração e transformações no trabalho.
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Pacheco, Andressa Sasaki Vasques |
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| dc.contributor.author |
Sartori, Rafaela Sulenta |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-15T12:51:52Z |
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| dc.date.available |
2026-07-15T12:51:52Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-23 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274293 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Administração. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Este estudo investigou como empreendedoras mulheres no Brasil utilizam ferramentas de Inteligência Artificial Generativa (IAG) em seus negócios. Diante da lacuna de pesquisas qualitativas sobre a experiência de mulheres nesse campo, especialmente entre micro e pequenas empreendedoras, definiram-se como objetivos específicos descrever as formas de contato com a tecnologia, identificar estratégias de aprendizagem e integração, explorar percepções sobre mudanças em produtividade, inovação e gestão, e analisar barreiras e condições estruturais que influenciam sua adoção. A pesquisa adotou abordagem qualitativa, de caráter descritivo-interpretativo, com coleta de dados por meio de dez entrevistas semiestruturadas com empreendedoras por oportunidade, residentes em Santa Catarina, São Paulo e Rio de Janeiro, com ensino superior completo e atuação em micro e pequenas empresas dos setores de serviços e economia criativa. Os dados foram tratados por meio da Análise Temática proposta por Braun e Clarke (2006), em estratégia híbrida que articulou movimentos indutivos e interpretação teórica. Os resultados evidenciaram que o contato inicial com a IAG ocorreu majoritariamente por vias informais e relacionais, com destaque para a mediação técnica exercida por figuras masculinas próximas como porta de entrada à tecnologia. A aprendizagem caracterizou-se como processo autodirigido e exploratório, ancorado em tentativa e erro e em microlearning via redes sociais, evoluindo para configurações avançadas de agentes treinados com identidade de marca. Identificou-se também um paradoxo da produtividade: os ganhos de eficiência não se traduziram em redução da jornada de trabalho, sendo reinvestidos em novas demandas e na expansão dos negócios. A IAG foi percebida como uma parceria de cocriação, um "copiloto", na qual a agência e a curadoria permanecem centralizadas na empreendedora, que desenvolve desconfiança calibrada diante de alucinações, respostas genéricas e opacidade no uso de dados. Conclui-se que a adoção da IAG por essas empreendedoras constitui um processo social e situado, atravessado por condições estruturais de gênero, no qual a tecnologia amplia a capacidade operacional sem eliminar as tensões do trabalho feminino, reforçando a centralidade da agência humana nesse processo. |
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| dc.language.iso |
por |
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| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Inteligência Artificial Generativa |
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| dc.subject |
Empreendedorismo feminino |
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| dc.subject |
Aprendizagem tecnológica |
pt_BR |
| dc.subject |
Adoção de tecnologia |
pt_BR |
| dc.subject |
Administração |
pt_BR |
| dc.title |
Mulheres empreendedoras e IA generativa: aprendizagem, integração e transformações no trabalho. |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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