Emissões de N₂O em solos fertilizados com dejetos suínos em Santa Catarina: a compostagem como alternativa agroecológica para a redução das mudanças climáticas
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Belli Filho, Paulo |
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| dc.contributor.author |
Bento, Viviane Depieri Anselmo |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-12T19:39:23Z |
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| dc.date.available |
2026-07-12T19:39:23Z |
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| dc.date.issued |
2026-07-07 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274074 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Tecnológico, Engenharia Sanitária e Ambiental. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A suinocultura constitui uma das atividades mais emissoras de gases de efeito
estufa no Brasil. Santa Catarina se destaca como o principal estado na produção de
suínos e a grande quantidade de dejetos gerados pela atividade torna o uso como
fertilizante para produção agrícola uma alternativa. Entretanto, a alta emissão de
N₂O por parte do solo adubado com esses dejetos coloca a viabilidade dessa prática
tradicional em questão. Estudos feitos no município de Braço do Norte, em SC,
apresentaram uma redução na emissão de N₂O a partir do uso de dejetos
compostados no solo para cultivo de milho/aveia-preta. Assim, a compostagem,
alinhada aos principais elementos da Agroecologia, demonstra um potencial de
valorização sustentável desses dejetos para a produção de alimentos. Este trabalho,
portanto, teve como objetivo estimar as emissões de N₂O nas mesorregiões de SC
decorrentes da fertilização com dejetos líquidos de suínos em comparação ao uso
de dejetos compostados, sob uma perspectiva voltada ao controle das mudanças
climáticas. A metodologia se respaldou na consolidação de quatro cenários de
transição, variando do mais conservador ao mais otimista quanto à adoção da
compostagem. Inicialmente, calculou-se a capacidade de suporte do solo do
Nitrogênio presente nos dejetos, com base no limite crítico do Fósforo da Instrução
Normativa Nº11, e verificou-se que o solo do Oeste Catarinense apresenta saturação
em todos os cenários de projeção, chegando a exceder a quantidade máxima
permitida de Nitrogênio na área agricultável (milho/aveia-preta) em mais de 10 mil
toneladas no cenário mais crítico. A modelagem de emissões foi feita a partir do
número do plantel de suínos de cada mesorregião, bem como do tamanho da área
agricultável das culturas. Através dos fatores de emissão encontrados em Braço do
Norte e da quantidade de Nitrogênio excretado, foi possível verificar que a técnica de
compostagem é capaz de reduzir as emissões N₂O em até 65%, especialmente na
mesorregião mais expressiva, o Oeste Catarinense, reforçando que a transição para
um cenário mais sustentável é vantajosa e fortemente necessária. |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Suinocultura |
pt_BR |
| dc.subject |
Compostagem |
pt_BR |
| dc.subject |
N₂O |
pt_BR |
| dc.title |
Emissões de N₂O em solos fertilizados com dejetos suínos em Santa Catarina: a compostagem como alternativa agroecológica para a redução das mudanças climáticas |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Müller Júnior, Vilmar |
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