Energia eólica onshore e offshore no Brasil: aceitação social e licenciamento ambiental
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
D’Aquino, Carla de Abreu |
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| dc.contributor.author |
Zwartjes, Nicolie Massochini |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-10T19:58:15Z |
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| dc.date.available |
2026-07-10T19:58:15Z |
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| dc.date.issued |
2026-06-17 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/274026 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Engenharia de Energia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
O presente trabalho analisa os aspectos sociais e o arcabouço legal relacionados à expansão da energia eólica onshore e offshore no Brasil, com foco na aceitação social e no tratamento da dimensão social nos processos de licenciamento ambiental. A pesquisa adota uma abordagem mista, combinando pesquisa exploratória de campo, com aplicação de questionários ao longo de três anos em comunidades costeiras de Santa Catarina (SC) e do Rio Grande do Sul (RS), a uma revisão bibliográfica e análise documental de Estudos de Impacto Ambiental, Relatórios Ambientais Simplificados e da legislação aplicável ao setor. Os resultados da pesquisa de campo demonstram uma aceitação comunitária predominantemente positiva em relação aos benefícios econômicos da energia eólica onshore em ambos os estados, sem a constatação do fenômeno de rejeição local (NIMBY). Contudo, em relação à energia eólica offshore, observou-se expressivo desconhecimento sobre os impactos ambientais em SC, enquanto no RS a convivência prévia com parques onshore ampliou o conhecimento, mas gerou desconfiança quanto à redução de tarifas. Paralelamente, a análise documental dos licenciamentos onshore revela um distanciamento significativo entre o cumprimento formal da lei e a efetiva proteção das comunidades, evidenciando uma participação pública apenas simbólica, frustração de expectativas sobre empregos locais e restrição de acesso a territórios tradicionais devido aos longos contratos de arrendamento de terras. Ao avaliar o recente marco regulatório offshore, os resultados indicam avanços ao tratar o mar como espaço de múltiplos usos e exigir o Diagnóstico Socioambiental Participativo. Contudo, persistem falhas estruturais críticas, visto que a falta de critérios do Estado para o engajamento local permite que as empresas promovam uma escuta meramente burocrática, e a ausência de uma Avaliação Ambiental e Social Estratégica impede o controle de impactos cumulativos na costa. Conclui-se que, para assegurar uma transição energética justa, é imprescindível preencher as lacunas do licenciamento com planejamento estratégico regional, comunicação eficaz e mecanismos garantidores de direitos, evitando a repetição dos conflitos socioambientais já vivenciados em terra. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
111 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Araranguá, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
energia eólica |
pt_BR |
| dc.subject |
licenciamento ambiental |
pt_BR |
| dc.subject |
aceitação social |
pt_BR |
| dc.subject |
impactos socioambientais |
pt_BR |
| dc.subject |
transição energética |
pt_BR |
| dc.title |
Energia eólica onshore e offshore no Brasil: aceitação social e licenciamento ambiental |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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