Classificação Automática de Espécies de Peixes Utilizando Técnicas de Processamento de Imagens

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Classificação Automática de Espécies de Peixes Utilizando Técnicas de Processamento de Imagens

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Gonçalves, Alexandre Leopoldo
dc.contributor.author Moura, Gabriel Sodré de
dc.date.accessioned 2026-07-09T13:19:04Z
dc.date.available 2026-07-09T13:19:04Z
dc.date.issued 2026-06-30
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273908
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Engenharia de Computação. pt_BR
dc.description.abstract O monitoramento da pesca artesanal é crucial para a conservação marinha, mas é dificultado pela natureza trabalhosa da identificação manual das capturas. Os desafios operacionais neste ambiente incluem alta oclusão de objetos, iluminação variável e fundos dinâmicos ricos em ruído contextual. Para lidar com essas restrições, implementou-se um método automatizado voltado à classificação e contagem contínua de espécies de peixes extraídas de redes de pesca, operando sob restrições de amostragem temporal (5 FPS). A implementação do método utiliza o modelo YOLOv26 integrado ao algoritmo ByteTrack para tarefas de localização espacial e rastreamento centroide concorrente na memória RAM, mitigando problemas de supercontagem induzidos pelo baixo frame rate. Adicionalmente, desenvolveu-se o algoritmo de Seleção pelo Pico de Confiança (PCS) para reter na memória o quadro de máxima nitidez morfológica do espécime ao longo do seu ciclo de vida. No instante do descarte do rastro, o frame completo é processado por uma rede Vision Transformer (DINOv2) auto-supervisionada para extração de embeddings latentes de 1024 dimensões, os quais alimentam um classificador baseado em Máquinas de Vetores de Suporte (SVM) com kernel RBF. A avaliação foi realizada considerando um conjunto de dados proprietário provido pela ONG GEMARS de 1.448 imagens associado a testes em vídeos para a associação com a YOLO, assim como imagens de 436 espécimes classificadas em Torres/RS. Nas tarefas de inventário, a etapa de rastreamento mitigou os efeitos do baixo frame rate, obtendo uma taxa de assertividade na contagem absoluta de 90%. Combinado a isso, a etapa de classificação de espécimes alcançou uma acurácia global consolidada de 78,85%, demonstrando robustez para automação de inventários pesqueiros em cenários reais complexos. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Araranguá, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Visão Computacional pt_BR
dc.subject Aprendizado Profundo pt_BR
dc.subject Classificação de Especies de Peixe pt_BR
dc.title Classificação Automática de Espécies de Peixes Utilizando Técnicas de Processamento de Imagens pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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