O Brasil e a perspectiva de início da geração eólica offshore
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
D’Aquino, Carla de Abreu |
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| dc.contributor.author |
Silva, Bárbara Belettini |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-07T19:22:04Z |
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| dc.date.available |
2026-07-07T19:22:04Z |
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| dc.date.issued |
2026-04-24 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273834 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Campus Araranguá, Engenharia de Energia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Visto a crescente busca mundial por energia limpa e renovável, o Brasil se destaca por sua matriz elétrica majoritariamente renovável. Tendo em vista o destaque do litoral brasileiro no potencial eólico, esta pesquisa investiga se o país está adequadamente preparado para iniciar a geração de energia elétrica a partir da fonte eólica offshore. O estudo utiliza uma metodologia qualitativa e exploratória baseada na triangulação de dados provenientes de três vertentes principais, que englobam a legislação governamental, as publicações acadêmicas e as notícias de mídia e mercado. A análise demonstra que o país possui um expressivo potencial natural na costa marítima. De forma que a geração eólica offshore representa uma capacidade para atuar na produção e exportação de hidrogênio verde, fator que atrai o interesse de investidores internacionais. A vertente midiática evidencia uma urgência do mercado em acelerar os leilões e garantir o capital estrangeiro para evitar a perda de oportunidades globais. A vertente acadêmica alerta para a necessidade de cautela e exige a implementação rigorosa do Planejamento Espacial Marinho para mitigar impactos socioambientais e evitar conflitos territoriais que já ocorrem nos projetos em terra. O Estado atua como mediador por meio da criação de marcos regulatórios recentes, como as leis que autorizam o uso do mar e instituem o mercado de carbono, embora o processo legislativo sofra pressões políticas e tentativas de inclusão de emendas alheias ao setor sustentável. Os resultados indicam que, apesar do enorme potencial geográfico e da integração com a descarbonização industrial, o Brasil ainda não está plenamente preparado para a implementação imediata desta tecnologia. O país enfrenta gargalos estruturais e institucionais severos, que incluem a ausência de um marco regulatório consolidado, a falta de mão de obra especializada, os altos custos de capital e a inexistência de projetos-piloto operacionais. A pesquisa conclui que o avanço seguro da energia eólica offshore depende da resolução prévia de inseguranças jurídicas e da garantia de uma transição energética que seja simultaneamente viável economicamente, ecologicamente equilibrada e socialmente justa |
pt_BR |
| dc.format.extent |
48 |
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| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Araranguá, SC. |
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| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Energia eólica offshore |
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| dc.subject |
Hidrogênio verde |
pt_BR |
| dc.subject |
Transição energética |
pt_BR |
| dc.title |
O Brasil e a perspectiva de início da geração eólica offshore |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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