Indicação e momento de administração do sulfato de magnésio em gestantes com pré-eclâmpsia: uma revisão integrativa
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Iskenderian, Hugo Alejandro Arce |
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| dc.contributor.author |
Piovesan, Luiz Henrique |
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| dc.date.accessioned |
2026-07-03T11:53:06Z |
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| dc.date.available |
2026-07-03T11:53:06Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-18 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273726 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Objetivo: Realizar uma revisão integrativa para identificar, na literatura recente,
as evidências sobre a indicação e o melhor momento de administração do sulfato de
magnésio (MgS04) em mulheres com pré-eclâmpsia (PE), visando otimizar a
prevenção de eclâmpsia e reduzir riscos maternos e neonatais.
Métodos: A busca foi realizada nas bases de dados PubMed, Scielo e
Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) em setembro de 2025. Utilizaram-se descritores
selecionados a partir do Medical Subject Headings (MeSH), abrangendo termos
relacionados à pré-eclâmpsia, eclâmpsia, sulfato de magnésio e desfechos
terapêuticos. Foram incluídos artigos publicados nos últimos dez anos, em inglês,
português ou espanhol, compreendendo revisões sistemáticas, ensaios clínicos,
estudos de coorte e transversais. Após a exclusão de duplicatas no Zotero®, os
estudos foram triados por título, resumo e leitura completa, conforme critérios de
inclusão e exclusão previamente definidos.
Resultados: A análise incluiu ensaios clínicos, revisões sistemáticas e estudos
de coorte que compararam diferentes durações e momentos de início da
administração de MgSO4, sobretudo no período pós-parto. Observou-se considerável
heterogeneidade entre os estudos quanto às indicações e ao momento de início da
profilaxia, dificultando a comparação direta dos resultados. No período pós-parto, a
maioria dos trabalhos não demonstrou diferença significativa na ocorrência de
convulsões entre os regimes abreviados e o tradicional de 24 horas, embora os
esquemas reduzidos tenham sido associados a menor tempo de internação,
deambulação mais precoce e início antecipado do aleitamento.
Conclusão: As evidências atuais sugerem que a administração de MgSO4 por
períodos inferiores a 24 horas é segura e igualmente eficaz na prevenção de
eclâmpsia em mulheres com PE, podendo trazer benefícios clínicos e logísticos
relevantes. No entanto, a falta de padronização quanto ao momento de início da
profilaxia e o baixo número de eventos de eclâmpsia reforçam a necessidade de novos
ensaios clínicos multicêntricos e com amostras maiores para confirmar esses achados
e estabelecer protocolos mais uniforme. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
29 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Obstetrícia |
pt_BR |
| dc.subject |
Pré-eclâmpsia |
pt_BR |
| dc.subject |
Saúde da mulher |
pt_BR |
| dc.subject |
Sulfato de magnésio |
pt_BR |
| dc.title |
Indicação e momento de administração do sulfato de magnésio em gestantes com pré-eclâmpsia: uma revisão integrativa |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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