Manejo não farmacológico de pessoas com esquizofrenia e sua aplicabilidade na atenção primária à saúde: uma revisão de escopo

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Manejo não farmacológico de pessoas com esquizofrenia e sua aplicabilidade na atenção primária à saúde: uma revisão de escopo

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina. pt_BR
dc.contributor.advisor Cardoso, Felipe Monte
dc.contributor.author Rockenbach, Victor Bruno Ribeiro
dc.date.accessioned 2026-06-10T14:11:05Z
dc.date.available 2026-06-10T14:11:05Z
dc.date.issued 2026-05-19
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273539
dc.description TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Saúde, Medicina. pt_BR
dc.description.abstract Introdução: A esquizofrenia e outros transtornos psicóticos representam um importante desafio de saúde pública, com elevado impacto funcional e necessidade de cuidado contínuo. Apesar da relevância das abordagens psicossociais, o manejo dessas condições nos diferentes níveis de atenção ainda é, majoritariamente, centrado no tratamento farmacológico. Objetivo: Mapear as evidências científicas acerca do manejo não farmacológico de pessoas com esquizofrenia e outros transtornos psicóticos com potencial de aplicação em ambientes de atenção primária. Métodos: Revisão de escopo conduzida inspirada nas recomendações metodológicas do Joanna Briggs Institute e diretrizes PRISMA-ScR. A pergunta de pesquisa foi estruturada pela estratégia PCC (População: pessoas no espectro da esquizofrenia e outros transtornos psicóticos; Conceito: manejo não farmacológico; Contexto: atenção primária à saúde). A busca foi realizada nas bases PubMed e Biblioteca Virtual em Saúde em junho de 2025, utilizando os descritores schizophrenia AND treatment AND primary health care. Foram incluídos ensaios clínicos, ensaios clínicos randomizados e guias de prática clínica publicados entre 2015 e 2025. Resultados: Foram identificados 557 estudos, dos quais 19 atenderam aos critérios de elegibilidade e compuseram a amostra final. As intervenções não farmacológicas encontradas incluíram terapias psicológicas, intervenções psicossociais, programas de atividades físicas, práticas integrativas, tecnologias digitais e programas comunitários de reabilitação. Terapias cognitivas e comportamentais, exercícios físicos e yoga mostraram benefícios em sintomas, cognição e qualidade de vida. Tecnologias digitais, como aplicativos e intervenções por videoconferência, demonstraram potencial para melhorar adesão ao tratamento e acompanhamento clínico. Estratégias baseadas na família, na comunidade e em terapias em grupo mostraram impacto positivo no funcionamento social, na autonomia e na redução do estigma. Conclusão: As evidências indicam que intervenções não farmacológicas desempenham papel relevante no manejo da esquizofrenia, complementando o tratamento medicamentoso e contribuindo para a recuperação funcional. Entretanto, a literatura específica sobre sua implementação na atenção primária ainda é limitada. Novos estudos são necessários para avaliar a efetividade, viabilidade e estratégias de implementação dessas intervenções nesse nível de atenção. pt_BR
dc.format.extent 1 pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC. pt_BR
dc.rights Open Access. en
dc.subject Esquizofrenia pt_BR
dc.subject Atenção primária à saúde pt_BR
dc.subject Terapias não farmacológicas pt_BR
dc.subject Revisão de escopo pt_BR
dc.title Manejo não farmacológico de pessoas com esquizofrenia e sua aplicabilidade na atenção primária à saúde: uma revisão de escopo pt_BR
dc.type TCCgrad pt_BR


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TCC Victor Bruno - Versão final após revisão.pdf 1.875Mb PDF View/Open TCC

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