Filosofia para Crianças: contribuições e limites da proposta de Matthew Lipman
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Schlindwein, Luciane Maria |
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| dc.contributor.author |
Fernandez, Antonella Perri Ganzo |
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| dc.date.accessioned |
2026-06-09T18:41:29Z |
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| dc.date.available |
2026-06-09T18:41:29Z |
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| dc.date.issued |
2025-06-05 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/273506 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro de Ciências da Educação, Pedagogia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A reinserção do ensino de filosofia nos currículos escolares brasileiros é tema que
envolve discussões desde sua supressão no período do regime de exceção pós-1964.
Ainda assim, discute-se a sua presença ou não apenas nos currículos de Ensino
Médio, negligenciando-se a sua importância para os currículos do Ensino
Fundamental. A experiência do estágio da autora em classes infantis e a percepção
de uma possível importância do ensino de fundamentos filosóficos para crianças
inspiraram a escolha do tema da pesquisa, cujo objetivo é discutir a concepção do
educador estadunidense Matthew Lipman (1923–2010), pioneiro no ensino da filosofia
para crianças, cuja leitura constitui marco referencial inicial obrigatório para
compreensão do tema. A preocupação de Lipman com a formação do aluno como
futuro cidadão respeitador dos valores democráticos é o cerne de toda a sua
concepção de ensino de filosofia para crianças. Para Lipman, as atitudes promovidas
na sala de aula podem ser progressivamente generalizadas para o macrocosmo
social. Nessa perspectiva, a sala de aula se distanciaria do modelo tradicional,
centrado apenas na transmissão de conteúdos, e se converteria em um espaço
propício para a participação ativa dos estudantes e a discussão racional de ideias.
Todavia, os fundamentos do modelo de Lipman receberam críticas de alguns autores
nacionais da educação e da filosofia, por modular excessivamente o papel do
professor no processo, reduzindo sua autonomia. Além disso, sua pretensa
neutralidade e seu matiz liberal superdimensionam a capacidade transformadora da
instituição escolar para resolver os problemas sociais. Apesar dessas críticas, a
proposta de Lipman é reconhecida por ter aberto o debate sobre a pertinência do
ensino de filosofia para crianças. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
53 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Ensino de filosofia |
pt_BR |
| dc.subject |
Filosofia para crianças |
pt_BR |
| dc.subject |
Matthew Lipman |
pt_BR |
| dc.title |
Filosofia para Crianças: contribuições e limites da proposta de Matthew Lipman |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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