Tecnologia e estrutura do mercado de banda larga fixa no Brasil: 2014 a 2024
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina. |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Silva Junior, Gilson Geraldino |
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| dc.contributor.author |
Pase Filho, Marco Aurélio |
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| dc.date.accessioned |
2025-12-12T12:26:16Z |
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| dc.date.available |
2025-12-12T12:26:16Z |
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| dc.date.issued |
2025-11-20 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/270989 |
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| dc.description |
TCC (graduação) - Universidade Federal de Santa Catarina, Centro Socioeconômico, Economia. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
Esta monografia analisa a estrutura do mercado de banda larga fixa no Brasil entre 2014 e 2024, com foco no processo de desconcentração e nos fatores que moldaram essa transformação. A pesquisa utiliza dados secundários da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), aplicando indicadores de concentração, CR4, CR8 e HHI, cujos valores elevados indicam maior concentração de mercado, enquanto os baixos sugerem maior concorrência, complementados por análise qualitativa das mudanças regulatórias e do avanço tecnológico. O estudo parte de um cenário inicial marcado por forte concentração, no qual três grandes operadoras detinham a maior parte dos acessos, caracterizando um oligopólio típico de setores intensivos em capital. Apesar de medidas regulatórias anteriores (como o Plano Geral de Metas de Competição de 2012 e a Resolução nº 614/2013), a desconcentração efetiva só ganhou ritmo a partir da difusão da fibra óptica, que se tornou o vetor central de expansão e competitividade no setor. Os resultados mostram uma expressiva redução dos índices de concentração: o CR4 caiu de 88,1% em 2014 (concentração muito alta) para 45,0% em 2024 (moderadamente baixa), e o HHI declinou de 2.181 (concentração moderada) para 690 (baixa concentração) no período. Tais valores refletem a passagem de um mercado altamente concentrado em 2014 para um de baixa concentração em 2024, evidenciando o processo de desconcentração. Nesse intervalo, as prestadoras de pequeno porte (PPP) ampliaram sua participação de 24,2% para 58,2% dos acessos, assumindo papel de destaque no setor. Paralelamente, as conexões via fibra óptica evoluíram de 5% para 77% do total, substituindo as redes legadas de cobre e cabo coaxial. Conclui-se que a convergência entre inovação tecnológica, políticas regulatórias pró-concorrência e estratégias de expansão das PPPs reconfigurou o mercado, reduzindo barreiras de entrada e intensificando a concorrência. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
73 |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC. |
pt_BR |
| dc.rights |
Open Access. |
en |
| dc.subject |
Banda larga fixa |
pt_BR |
| dc.subject |
Regulação |
pt_BR |
| dc.subject |
Estrutura de mercado |
pt_BR |
| dc.subject |
Concentração de mercado |
pt_BR |
| dc.subject |
Economia Industrial |
pt_BR |
| dc.title |
Tecnologia e estrutura do mercado de banda larga fixa no Brasil: 2014 a 2024 |
pt_BR |
| dc.type |
TCCgrad |
pt_BR |
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