JARDINS DE CHUVA: ATUALIZAÇÕES SOBRE A TÉCNICA A PARTIR DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

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JARDINS DE CHUVA: ATUALIZAÇÕES SOBRE A TÉCNICA A PARTIR DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

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Title: JARDINS DE CHUVA: ATUALIZAÇÕES SOBRE A TÉCNICA A PARTIR DE UMA REVISÃO SISTEMÁTICA
Author: Gondim, Fabio Ribeiro; Júnior, Alfredo A. Ohnuma; Obraczka, Marcelo
Abstract: O processo de urbanização normalmente acarreta na degradação das águas urbanas, principalmente pelo aumento da poluição difusa carreada para os córregos. Técnicas de infraestrutura verde têm sido cada vez mais utilizadas como uma alternativa de adaptação de cidades para o controle da poluição dos rios e adaptação às mudanças climáticas. Dentre essas, o Jardim de Chuva se destaca por sua capacidade de reduzir o volume do escoamento superficial e atuar como um sistema filtrante para a poluição difusa. Apesar de ter sido desenvolvida no começo da década de 1990 nos EUA, esta técnica não é tão difundida e ainda tem sido tratada como novidade quando utilizada em grandes centros. Desta forma, o presente trabalho tem como objetivo discutir o estado da arte sobre Jardins de Chuva, nos aspectos operacionais e funcionais da estrutura, abordados em pesquisas internacionais. Para isso, foi realizada uma revisão sistemática nas plataformas Science Direct e Scielo, com artigos publicados entre os anos de 2011 e 2022. Os artigos foram separados por países de origem dos pesquisadores e temas principais. A pesquisa resultou num total de 73 artigos, publicados por 11 diferentes países, com predominância de grupos americanos (48%), seguidos por Chineses (15%), australianos (11%) e canadenses (8%). Cinco temas principais foram identificados: (1) Custos de instalação e operação; (2) Capacidade de retenção de água; (3) Controle de poluição; (4) Aspectos construtivos e operacionais e (5) Fatores socioambientais. Foi observada nas publicações a tendência de abordar os custos dos jardins, sobretudo quanto à manutenção dos mesmos, além de métodos que avaliem a eficiência dos jardins de chuvas em pequenas áreas, temas importantes para a popularização da técnica.The urbanization process normally leads to the degradation of urban waters, mainly due to the increase in diffuse pollution carried into streams. Green infrastructure techniques have been increasingly used as an alternative for adapting cities to controlling river pollution and adapting to climate change. Among these, the Rain Garden stands out for its ability to reduce the volume of surface runoff, and also act as a filtering system for diffuse pollution. Despite being used for more than 30 years in the USA, it is not so widespread, and it is still treated as a novelty when used in large cities. Thus, the present work aims to discuss the state of the art of Rain Gardens, in the operational and functional aspects of the structure, addressed in international research. For this, a systematic review was carried out on the Science Direct and Scielo platforms, with articles published between the years 2011 and 2022. The articles were separated into the countries of origin of the researchers and main themes. The research resulted in a total of 73 articles, published by 11 different countries, with a predominance of American groups (48%), followed by Chinese (15%), Australian (11%) e Canadian (8%). Five main themes were identified: (1) Installation and operating costs; (2) Water holding capacity; (3) Pollution control; (4) Construction and operational aspects and (5) Socio-environmental factors. Between those, it was more common the publications about the costs of the gardens, especially regarding the maintenance of the areas, in addition to methods to evaluate the efficiency of rain gardens in small areas, which are important themes for the popularization of the technique.El proceso de urbanización suele conducir a la degradación de las aguas urbanas, principalmente debido al aumento de la contaminación difusa transportada a los arroyos. Las técnicas de infraestructura verde se han utilizado cada vez más como una alternativa para adaptar las ciudades para controlar la contaminación de los ríos y adaptarse al cambio climático. Entre ellos, el Jardín de Lluvia destaca por su capacidad para reducir el volumen de escorrentía superficial y actuar como sistema de filtrado de la contaminación difusa. A pesar de haber sido desarrollada a principios de la década de 1990 en EE.UU., esta técnica no está tan extendida y todavía se ha tratado como una novedad cuando se utiliza en grandes centros. Así, el presente trabajo tiene como objetivo discutir el estado del arte sobre los Jardines de Lluvia, en los aspectos operativos y funcionales de la estructura, abordados en investigaciones internacionales. Para ello, se realizó una revisión sistemática en las plataformas “Science Direct” y Scielo, con artículos publicados entre 2011 y 2022. Los artículos fueron separados por países de origen de los investigadores y temas principales. La investigación dio como resultado un total de 73 artículos, publicados por 11 países diferentes, con predominio de grupos estadounidenses (48%), seguidos de chinos (15%), australianos (11%) y canadienses (8%). Se identificaron cinco temas principales: (1) Costos de instalación y operación; (2) Capacidad de retención de agua; (3) Control de la contaminación; (4) Aspectos constructivos y operativos y (5) Factores socioambientales. Se observó en las publicaciones la tendencia a abordar los costos de los jardines, especialmente en lo que se refiere a su mantenimiento, así como métodos que evalúan la eficiencia de los jardines de lluvia en áreas pequeñas, temas importantes para la popularización de la técnica.
URI: https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/269234
Date: 2023-10-31


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  • Mix Sustentável [794]
    Periódico Científico Interdisciplinar: Arquitetura e Urbanismo, Design e Engenharias

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