Esgoto que vira solução: o poder das microalgas e dos jardins filtrantes.

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Esgoto que vira solução: o poder das microalgas e dos jardins filtrantes.

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dc.contributor Universidade Federal de Santa Catarina pt_BR
dc.contributor.advisor Magri, Maria Elisa
dc.contributor.author Raupp, Manoela Martins
dc.date.accessioned 2025-09-09T15:22:08Z
dc.date.available 2025-09-09T15:22:08Z
dc.date.issued 2025-09-08
dc.identifier.uri https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268583
dc.description Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro Tecnológico. Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental. pt_BR
dc.description.abstract Este relatório descreve as atividades de iniciação científica realizadas entre janeiro e agosto de 2025. Além das rotinas de laboratório, consta a avaliação do cultivo de microalgas em urina humana sob diferentes condições, e do monitoramento de patógenos em águas residuais tratadas por sistemas Wetlands na Região Metropolitana de Florianópolis. A pesquisa faz parte das atividades do Grupo RReSSa/UFSC, e os sistemas de wetlands estão integrados ao projeto internacional MULTISOURCE, que busca soluções baseadas na natureza para o tratamento descentralizado de efluentes urbanos. As espécies de microalgas estudadas foram Scenedesmus obliquus, Chlorella vulgaris, Arthrospira platensis e Chlamydomonas acidophila, cultivadas em concentrações de 25% e 100% de urina. A capacidade de remoção e assimilação de nutrientes pelas microalgas foi estimada por meio da quantificação das concentrações de nitrogênio amoniacal, nitrato e fosfato ao final do experimento, associada à determinação da clorofila por espectrofotometria. A avaliação de eficiência sanitária do processo incluiu a mensuração de patógenos, com ênfase na quantificação de Escherichia coli e Enterococcus, considerando indicadores microbiológicos relevantes em sistemas de tratamento. Os resultados indicaram que Arthrospira platensis apresentou o maior crescimento entre as espécies, e a urina concentrada (100%) proporcionou os melhores resultados para o crescimento das espécies. Na avaliação de patógenos, observou-se uma redução média de 5 log de Escherichia coli e Enterococcus nas amostras com microalgas. Nos sistemas de Wetlands, foram analisadas amostras de entrada e saída para quantificação de bactérias (E. coli e Enterococcus) e vírus bacteriófagos (Colifagos somáticos e RNA fago MS2). Os bacteriófagos demonstraram maior resistência, com reduções entre 1 e 2 log, enquanto as bactérias atingiram reduções de até 3 log. Conclui-se que o cultivo de microalgas em urina humana tem potencial para recuperação de nutrientes e produção de biomassa, além de ótimo desempenho sanitário, embora exija ajustes no manejo. Os sistemas de Wetlands, por sua vez, mostraram bom desempenho sanitário, reforçando sua aplicabilidade. Este trabalho foi fundamental para minha formação acadêmica, pois permitiu o desenvolvimento de competências em análises laboratoriais e participação em produções científicas. pt_BR
dc.format.extent Vídeo. pt_BR
dc.language.iso por pt_BR
dc.publisher Florianópolis, SC pt_BR
dc.subject Saneamento ecológico. pt_BR
dc.subject Recuperação de recursos. pt_BR
dc.subject Análises microbiológicas. pt_BR
dc.title Esgoto que vira solução: o poder das microalgas e dos jardins filtrantes. pt_BR
dc.type video pt_BR
dc.contributor.advisor-co Padilha, Juscelia


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