Efeitos induzidos por plasma frio na superfície do polímero acrilonitrilo-butadieno-estireno
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| dc.contributor |
Universidade Federal de Santa Catarina |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor |
Debacher, Nito Angelo |
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| dc.contributor.author |
Vieira, Vitor Feier Marques |
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| dc.date.accessioned |
2025-09-09T13:35:06Z |
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| dc.date.available |
2025-09-09T13:35:06Z |
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| dc.date.issued |
2025-09-08 |
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| dc.identifier.uri |
https://repositorio.ufsc.br/handle/123456789/268444 |
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| dc.description |
Seminário de Iniciação Científica e Tecnológica - Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de ciências Físicas e Matemáticas. Departamento de Química. |
pt_BR |
| dc.description.abstract |
A maioria dos polímeros sintéticos apresentam características hidrofóbicas, devido sua
estrutura molecular composta por carbono o que limita suas aplicações industriais devido à
baixa molhabilidade em água. Portanto, desenvolver métodos ou técnicas economicamente
viáveis capazes de modificar sua superfície sem comprometer as propriedades físicas e
químicas é de suma importância. Nesse sentido, o uso do plasma frio se destaca como uma
técnica promissora, pois oferece baixo custo de implementação e é ambientalmente
sustentável, com reduzido consumo de energia e resíduos. No entanto, apesar de o plasma
frio aumentar temporariamente a molhabilidade das superfícies poliméricas, esse efeito não
é duradouro, sendo que o caráter hidrofóbico tende a ser restaurado em questão de dias, ou
até mesmo horas. Portanto, compreender o fenômeno da restauração hidrofóbica em
polímeros após exposição ao plasma frio é crucial para controlar e otimizar esse processo.
Neste trabalho foram utilizadas amostras de acrilonitrilo-butadieno-estireno (ABS)
expostas ao plasma frio de argônio e oxigênio em reatores do plasma de barreira dielétrica
e do tipo pen, em diferentes tempos. As modificações superficiais foram avaliadas através
de medidas do ângulo de contato utilizando um goniômetro durante cinco dias e imagens
de microscopia eletrônica de varredura (MEV). Os resultados mostraram que o tempo de
exposição a plasma possui relação direta com o tempo de restauração hidrofóbica e com a
característica da superfície exposta, também mostram que o método usado, impacta o
resultado final. O plasma pen se mostrou efetivo para tratar superfícies menores pois é de
fácil manipulação, já o plasma de barreira dielétrica, se destaca para tratamento de áreas
maiores. |
pt_BR |
| dc.format.extent |
Vídeo |
pt_BR |
| dc.language.iso |
por |
pt_BR |
| dc.publisher |
Florianópolis, SC |
pt_BR |
| dc.subject |
Plasma frio |
pt_BR |
| dc.subject |
Modificação superficial |
pt_BR |
| dc.subject |
Polímeros |
pt_BR |
| dc.subject |
Restauração hidrofóbica |
pt_BR |
| dc.title |
Efeitos induzidos por plasma frio na superfície do polímero acrilonitrilo-butadieno-estireno |
pt_BR |
| dc.type |
video |
pt_BR |
| dc.contributor.advisor-co |
Felix, Taís |
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